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Defender cabresto estatal para o povo enquanto se utiliza da saída PJ é o cúmulo do mau-caratismo


Absolutamente ninguém ficou surpreso ao saber que alguns atores globais são contrários a reforma trabalhista proposta pelo governo Michel Temer, que finalmente deverão trazer as relações trabalhistas do Brasil ao século XX (século XXI só quando acabarem com a versão tupiniquim da Carta del Lavoro fascista). Não ficamos surpresos por termos ciência de que não há nada mais cool do que criticar "as reformas de um governo ilegitimo" (alô Lúcio Mauro Filho!). Se este governo cujo líder foi eleito como backup de Dilma Rousseff declarar a importância do oxigênio, centenas de membros da beautiful people irão protestar contra. Mas continuarão respirando, é claro. Porque são hipócritas. 

Isto ficou claro nesta questão das reformas trabalhistas. Para quem é raso ou militante de esquerda (quando não ambos), é muito bonito ver gente como Alline Moraes, Lúcio Mauro Filho, Lorena Comparatto, Nathalia Dill, Mônica Iozzi e outros postando de carteira de trabalho nas mãos enquanto protestam contra a "perda de direitos". Na realidade não se perde direito algum. É o contrário, já que se adquire mais liberdade e cidadania. 

Quem leu a lei sabe disso. Quem não leu e argumenta o contrário é canalha, já que assumiu a possibilidade de ser negligente com a verdade. No caso dos militantes da República Popular do Projaquistão, não passa de uma pantomima, uma patuscada de quem tenta vender um discursos fraudulento de preocupação social. 

Quando o ILISP revelou que todos os gênios da raça que protestaram contra a reforma se utilizam de contratos de pessoa jurídica em suas relações com as Organizações Globo, ficou claro o caráter (ou melhor, a falta de caráter) dos que se submetem a este expediente. Querem negar aos trabalhadores um benefício que eles próprios utilizam. Qual é o motivo disso? São farsantes que atuam em nome de uma agenda política. Ou gente que talvez não seja de esquerda, mas que faz este tipo de coisa em sinal de vassalagem ao status quo global. Fato é que estes ilustres renegados se colocaram diante de um dilema moral: ou lideram um movimento pedindo que a Rede Globo os contrate com carteira assinada e com todos os encargos pagos tanto por empregador quanto por empregado - ou deverão ser rotulados como patifes oportunistas e egoístas que desejam para si benefícios que tentam negar ao povo.

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