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Carina Vitral só não quer eleições diretas na UNE e nos países dominados pelas ditaduras que ela apóia




A turma de Carina Vitral esteve ontem com o presidente da Câmara Rodrigo Maia, para quem entregaram assinaturas de apoiadores da proposta golpista que pretende rasgar a Constituição por meio do adiantamento das eleições presidenciais. 

Para alívio dos brasileiros, essa proposta parece não estar nos planos da maioria dos parlamentares. Além do golpe, sua implementação representa um gasto de mais de R$ 5 bilhões aos brasileiros (a estimativa leva em conta os custos das últimas eleições). Isso é a desordem que seria para o Legislativo, Executivo e Judiciário se organizassem para as novas circunstâncias. 

Carina Vitral é cínica, já que está envolvida neste esforço apenas para livrar da cadeia o líder da facção criminosa que governou o país por treze anos. Também quer uma retomada no plano criminoso de poder. 

Mas vejam só: Carina não quer saber de eleições diretas na UNE, entidade que há décadas é feudo do Partido Comunista do Brasil (da qual Carina é filiada). A UNE tem uma estrutura tão autoritária e antidemocrática quanto a CBF, mas Carina quer manter tudo como está. O que é óbvio, já que uma UNE democrática não teria em sua presidência uma mulher de quase trinta anos como representante de universitários (sim, Carina é de 1988). Considerando que a esmagadora maioria dos estudantes brasileiros não é igual aos sicários vermelhos, a possibilidade de derrota pós-democratização seria enorme. Carina já amargou um fiasco eleitoral em sua vida, quando tentou concorrer a prefeitura de Santos no ano passado. Conseguiu os votos de apenas 6,61% dos votos válidos e R$ 120 mil em dívidas de campanha. 

Ah, Carina também não quer saber de eleições diretas em Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte. São as ditaduras que ela e seu partido defendem. Aliás, teremos eleições diretas. Em Outubro de 2018, conforme determina a lei brasileira. O que Carina Vitral quer no momento é vandalizar a lei e a ordem para colocar Lula onde nunca deveria ter estado. Se ela gostasse mesmo de eleições diretas, jamais apoiaria os regimes fascistas que apoia. E nem abraçaria os carniceiros que abraça.  

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