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Bancada da chupeta ou bancada da sarjeta?


Hoje foi dia de mais um espetáculo da Bancada da Chupeta no Senado. Começou com Gleisi Hoffmann afirmando que "não havia clima para votar o relatório da reforma trabalhista", um pretexto barato utilizado pela "Amante" para tumultuar o processo. O ponto alto foi Lindbergh Farias com suas pupilas dilatadas chamando o senador Ricardo Ferraço para a briga. No meio da briga apareceram as de sempre: Vanessa Grazziotin e Fátima Bezerra. Cenas lamentáveis. 

Mas vamos lembrar: todos estes personagens também aparecem nas listas dos delatores. Gleisi Hoffmann é a Miss Lava Jato, com direito ao lobista Alexandre Romano relatando aos procuradores sobre encontros secretos na Suíça e sexo selvagem nos Alpes. O marido Paulo Bernardo é o ladrão de aposentados preso na Operação Custo Brasil. Vanessa Grazziotin aparece na delação da JBS e Lava Jato. Lindbergh Farias em ambas, sempre com vultosas quantias. Fátima Bezerra é mais humilde, recebeu propina apenas da JBS. 

Esta é a bancada da chupeta, que há anos aterroriza o Senado Federal. Os representantes mais asquerosos que um estado poderia ter. A união dos senadores é quase uma formação de quadrilha, tamanha a ficha corrida dos envolvidos. Este barraco calculado que deixaria até o apresentador Ratinho constrangido não passa de uma estratégia para ocular os crimes do quarteto macabro. Pensando bem, o nome "bancada da sarjeta" é mais adequado aos criminosos com aspirações totalitárias.

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