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Ao ameaçar prender jornalistas caso eleito, o fascista Lula fez muito pior do que qualquer um dos presidentes da ditadura militar


Lula ontem fez um discurso sincero no 6° Congresso, de que se não for preso logo poderá mandar prender os responsáveis por publicarem informações que ele considera "falsas".

Essa mesma imprensa que dizia que o PT acabou, dizia todo dia: amanhã, o Lula vai ser preso. Faz dois anos que eu ouço isso. Se eles não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prendê-los por mentir.

Aí está, ele não está mentindo. Um sujeito com a trajetória política de Lula não dá a ninguém o direito de duvidar de seu discurso. Vamos lembrar que este mesmo homem tentou expulsar do Brasil o jornalista norte-americano Larry Rohter em 2004, que havia publicado no New York Times que o presidente era um cachaceiro (e é). Lula e os petistas só não conseguiram expulsar o americano porque eram novos no poder. O plano petista estava no começo, não encontraram meios para banir o gringo insolente. 

Lula canta de galo pois se vê empoderado pela morosidade da Justiça, principalmente do Tribunal Federal da 4° Região. Agora o sujeito já vislumbra a possibilidade de não ser preso pela Operação Lava Jato, pelo menos não antes das eleições de 2018. O que era uma bravata se torna uma possibilidade, e o amigo de carniceiros voltaria para se vingar de tudo o que ouviu recentemente. 

O episódio protagonizado por Lula ontem sequer foi imaginado por nenhum dos presidentes da ditadura militar. Ao que se saber das declarações de Renato Duque o entregando como o chefe da organização criminosa (é a primeira vez que alguém faz esta denúncia), Lula resolveu abrir mão de sutilezas. Ameaçou também prender os investigadores, promotores, qualquer um que cruze seu caminho. Procurem falas semelhantes de qualquer um dos generais que comandaram o país entre 1964 e 1985, que não encontrarão nada parecido. Porque o fascista Lula simplesmente não é páreo para nenhum deles. 

Lula é um fascista, um desposta não esclarecido, um criminoso aspirante a tirano. É evidente que ele pensa isso, sempre dissemos por aqui. Ocorre que Lula não costumava falar nestes termos tão francos. Como o PT encontrou certa resistência em controlar a imprensa e as forças armadas, acabaram apeados do poder. Os próprios reclamaram disso quando Dilma desceu a rampa. Se voltarem ao poder, tentarão de tudo para calar seus adversários. Não é bom esquecer que esta gente tem por modelo a Venezuela, onde Lula disse que havia excesso de democracia. Lula em específico, confessou em entrevista para Playboy que seus ídolos eram Mao Zedong, Aiatolá Khomeini e Adolf Hitler. Gente que não só mandava prender jornalistas. Gente que matava jornalistas. Pior é que muitos inocentes aqui lembram desta frase em tom jocoso, ignorando que Lula foi sincero ao dizer que haviam liberdades em excesso na Venezuela de Hugo Chávez. Para ele, qualquer traço de democracia é demais. Sinceramente, não deveríamos ser tão tolerantes com falas como esta. Não depois de testemunharmos os horrores da ditadura venezuelana (cujo carrasco-mor ficará muito feliz com o retorno de Lula).


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