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Acreditem: existem monstros se manifestando em favor da Cracolândia


Mais cedo a jornalista Vilma Gryzinski escreve artigo magistral tratando da menina dos olhos da extrema-esquerda: a Cracoloândia. Vilma relembra que por aqui a manutenção de um zoológico humano a céu aberto virou questão de honra para os que se vendem como progressistas, que lutam com unhas e dentes para que homens e mulheres morram entregues ao vício e ao poder do tráfico. Como bem ressaltou a jornalista, a loucura atingiu seu ápice com manifestações em favor da Cracolândia.

Escreve Vilma:

O que foi feito na Cracolândia em São Paulo pode ser discutido e contestado até o fim dos tempos. Mas é impossível não ver a motivação política por trás das reações desequilibradas que provocou.
O titular da prefeitura, evidentemente, tem seus interesses e entende muito bem o repúdio universal ao espetáculo grotesco da Cracolândia. No universo das pessoas comuns, evidentemente.
Os que condenam a ação têm pavor da popularidade gerada por iniciativas como a que tomou. Inclusive entre os que são, nominalmente, correligionários. Na vertigem nacional em que o país está mergulhado, qualquer índice de popularidade pode acabar no Planalto.
[...]Proteger os mais desprotegidos é uma obrigação das sociedades civilizadas. Ter compaixão e oferecer ajuda aos viciados é um dever moral. Que não pode ser confundido com um laissez-faire ideologizado, com permissividade incondicional e paralisante.
Mas quem está preocupado com moradores, transeuntes, donos de pequenos comércios, todos infernizados pelo território livre de viciados e traficantes? Com os trabalhadores humildes assaltados por um celular que vai virar pedra?
[...]Do alto de seu saber jurídico, os membros das castas não levantam sequer um dedinho humanitário para fazer algo contra o fluxo constante e inalterado de cocaína transformada em crack diante de seus próprios olhos. Quando se dão ao trabalho de olhar, claro.
Em suas ONGs moderninhas, advogados brilhantes e ascendentes são pagos para defender com argumentos bem escritos, que aprenderam nas melhores faculdades, a legalização das drogas.
Convivem com seu benfeitores ricos, aprendem a tomar vinhos cada vez melhores, andam de bicicletas cheias de maiúsculas. Quando realizam o sonho de comprar uma poltrona Mole, objeto de desejo a um nível quase tão absoluto quanto as pedras de crack para os viciados, foram totalmente cooptados. Moralmente, estão mais moles do que a poltrona.
E, ainda por cima, todos se acham paladinos da justiça.

Olha que Vilma não disse tudo, já que a complexidade do absurdo é gritante. Para quem não sabe, a tal manifestação em favor da Cracolândia é capitaneada por um "movimento social" chamado de "Craco Resiste". Não, não é fake news de Facebook. Surgiu um movimento de extrema-esquerda cuja bandeira é a defesa do consumo de crack. Em um dos atos de contestação revolucionária, seus ativistas venderam álcool para os viciados.



A realidade pariu o absurdo. Ele é real, e defende abertamente o genocídio químico em São Paulo. Aquele que dizima não só os viciados, mas também suas famílias e a sociedade. Aquele que também faz de refém quem vive no entorno, enquanto enche os bolsos de traficantes.

Também circula nas redes sociais a imagem de religiosos católicos da fraternidade franciscana O Caminho (que atua na região do Bom Retiro), que se dedicam a cuidar destes dependentes químicos. Coisa que os indignados querem fomentar. Por ora, andam dizendo que a gestão municipal age de forma desumana ao tentar acabar com aquele festival de barbárie. Mas os únicos que estão desrespeitando os direitos humanos aqui são os que defendem a manutenção deste estado de coisas. São monstros que não fazem mais questão de disfarçar sua amoralidade. Em pensar que tempos atrás apenas se defendia o direito ao consumo de drogas diante da contrariedade dos mais conservadores, quem imaginaria que um dia defenderiam o abandono de viciados ao vício, ao tráfico e a morte? Correta estava Ayn Rand quando disse que "Os absurdos incontestados hoje são os slogans aceitos amanhã".


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