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A filósofa que "enfrentou" Moro em Londres já foi secretária na gestão de Haddad, delatado na Lava Jato. Significa

A pesquisadora e ativista feminista Djamila Ribeiro protagonizou um pequeno show em Londres da forma mais covarde possível. Dirigindo uma pergunta completamente cínica ao ex-ministro José Eduardo Cardozo, ela aproveitou para atacar o juiz Sérgio Moro - que participava junto com o petista de um fórum de debates realizado pela London School of Economics. Veja no vídeo:


Bom, Djamila afirmou que "juiz não deveria ter partido". Não é o caso de Moro, que não tem qualquer ligação partidária. Não fosse o resto do discurso, talvez a reprimenda pudesse ser interpretada como uma crítica aos ativistas de toga que emporcalham o judiciário. Como quase todos eles são ligados ao PT, PSOL e adjacências, fica claro que Djamila só tentou reforçar a farsa do juiz tucano. 

Por acaso, Djamila é feminista e militante do movimento negro. Também foi secretária-adjunta dos Direitos Humanos na gestão Fernando Haddad. Segundo Mônica Moura, Haddad recebeu dinheiro sujo do esquema criminoso gerido por Luis Inácio Lula da Silva, o supremo senhor da guerra do petismo. É por ele que batem os corações da extrema-esquerda, incluindo o de Djamila. 

Foi pertinente a lembrança feita pela própria de que no Brasil negros e pobres sofrem de injustiças. É verdade. É também aí que ela denuncia sua farsa: a moça acredita que brancos ricos e corruptos não podem ser presos. Ao menos não aqueles ligados ao Partido dos Trabalhadores ou aos seus crimes. A moça também fala que foi secretária-adjunta de Direitos Humanos. No entanto ela nunca se manifestou sobre Venezuela ou Cuba, palcos de carnificinas, perseguições e racismo por parte de líderes apoiados justamente pelos que gritam golpe por aqui. Significa. 

Sempre é bom lembrar que todos estes farsantes que gritam golpe, que falam em politização da Justiça e apontam a suposta escalada do fascismo são justamente os mesmos seguidores do culto do totalitarismo vigente em supostos paraísos da democracia como os países descritos acima. São os mesmos que justificam violações de direitos humanos desde que feitas pela turma deles, mas que inventam fatos alternativos para justificarem seus crimes aqui. Não há muito o que dizer neste caso. Se Djamila ataca Moro e a Lava Jato, é sinal de que estes respeitam a Democracia e o Estado de Direito. Se não se pautassem por estes valores, seriam semelhantes aos regimes que a extrema-esquerda adora e que gente como Djamila e seu antigo chefe Fernando Haddad admiram. A regra é clara: assim como não se pode ser corintiano e palmeirense ao mesmo tempo,  também não é possível ser socialista e democrata. 


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