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O surto do botequeiro louco da Vila Madalena: além de fascista, o sujeito é arregão


Enquanto o país divide sua atenção entre a devastadora lista de Fachin e as entranhas expostas do presidente criminoso Luís Inácio Lula da Silva, a atenção do ex-jornalista investigativo Gilberto Dimenstein é uma só: Movimento Brasil Livre e qualquer um que com ele simpatize. Enquanto o país discute os R$ 40 milhões da conta Amigo operada por Lula, Palocci e Dilma, Dimenstein quer saber apenas de quem tem seus links compartilhados na página do MBL. Hoje também foi dia de ouvirmos Alexandrino Alencar falando de como favoreceu os filhos e um sobrinho de Lula, mas Dimenstein sequer tocou no assunto. Aliás, ontem mesmo ele tentou passar pano para o petismo afirmando que o partido do plano criminoso de poder não pode ser demonizado. O sujeito só não pensa naquilo quando ataca a gestão João Doria, ignorando que seu amigo do peito Fernando Haddad foi mencionado por ter levado R$ 2 milhões de propina.

Parece surreal, mas não é. Hoje pela manhã, o proprietário do Catraca Livre publicou uma relação de sites que fariam parte de uma suposta rede de notícias falsas operadas pelo MBL. O botequeiro já havia mencionado Jornalivre, Modo Espartano e Sul Connection. O esquema é tão grandioso que envolve até o tradicional Implicante e prestigiado Antagonista, dos jornalistas Diogo Mainardi, Mario Sabino e Cláudio Dantas. O MBL seria tão poderoso que operava sites anteriores a sua própria existência, como o Folha Política, Instituto Liberal e Ilisp. Mais: o MBL opera até sites que já criticaram o movimento em diversas ocasiões, como o Modo Espartano, Reaçonaria, Spotniks e Olhar Atual. Mas o mais revelador vem agora: O Reacionário também está na lista!


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É claro que a pantomima criminosa de Dimenstein teve reações, sendo alvo de chacota do próprio público. Rapidamente Dimenstein corrigiu a fraude, alegando que muitos daqueles sites eram próximos apenas em questões ideológicas. Não convenceu: se isso fosse verdade, não fariam parte de uma suposta rede. Mais adiante, ele acabou apagando o post. Uma vergonha.

Para quem já denunciou as investidas fascistas do sujeito, isso não causa surpresa. Me admiro até dele não ter feito isso antes. O que causa espanto é o nível de loucura. É claro que um blogueiro amador como eu deve se sentir grato por ser associado ao Senso Incomum do Flávio Morgerstern, ao Alexandre Borges, ao IL e ao Implicante do Fernando Gouveia - gente que eu leio desde antes das primeiras tentativas de blogagem (comecei de forma esporádica em meados de 2013, passando a escrever com regularidade apenas em meados de 2015. Mas aquilo ali foi uma canalhice nunca dantes vista, que prenuncia grandes atentados contra a liberdade de expressão.

Na prática, Dimenstein cria o espantalho das notícias falsas. De fato, há um ou dois portais na relação feita por ele que já publicaram informações inverídicas. Mas são apenas dois, e ele sabia disso quanto elaborou o gráfico (segundo o próprio, contou com a ajuda de um suposto leitor). Fato é que só o Implicante, Antagonista e Jornalivre postam notícias (e o Vértice, um piloto que em que estou trabalhando junto com o amigo Ian Maldonado. Curtam a página). A verdade é que houve uma tentativa calculada de criminalizar toda a mídia alternativa de direita por meio de uma falsa análise.

Segundo Dimenstein, ele levou seis semanas elaborando aquela porcaria. Ainda assim, "teria se equivocado" postando informações incorretas. É mentira. Ele fez aquela armadilha a toque de caixa, aguardando repercussão negativa para os alvos. Não se trata de briga com o MBL ou com Fernando Holiday, mas sim de tentativa de censura operada por gente fria e calculista. Felizmente, eu já havia antecipado esta tendência aqui. Lembro que o próprio Dimenstein postou uma pesquisa falsa atribuída ao Monitor do Debate Público da USP, que foi desmentida pelos próprios pesquisadores. Ninguém é tão estúpido a ponto de errar tanto.

O senhor Dimenstein acusa o Jornalivre de ser financiado pelo MBL, algo que não conseguiu provar. Já na sua relação mentirosa, afirmou que o site não tem receita. Sobre os outros, fez questão de listar a forma de financiamento. Aqui também existe uma estratégia bastante objetiva:: a asfixia financeira. Ele nos acusa de sermos fake news, pressionando doadores a deixarem de fazer contribuições, estimulando o Google a excluir os sites do AdSense e afugentando eventuais anunciantes e parceiros. Mas o mesmo Dimenstein não se ocupa em tratar dos R$ 2 milhões que Fernando Haddad recebeu no esquema do Petrolão. Fascismo em estado bruto.

Ocorre que o senhor Dimenstein também é tão arregão quanto fascista, apagou tudo logo que viu a indignação se materializar. Também observei que ele não publica todas as acusações em seu Catraca Livre, deixando o mais absurdo para sua página no Facebook (é mais fácil de apagar e ocultar rastros. Já o Catraca pode ser visualizado pelo cache). Aos que acreditam que a briga gira em torno dos botecos, se vê que é por algo maior: a liberdade. O senhor Dimenstein luta na lama, desferindo golpes a torto e a direito. Mas devo alertar que ele já foi mais sútil. O ódio dele pela democracia é tamanho que está se afogando no próprio fel. Sofrerá vários processos, perderá ainda mais sua pouca credibilidade até cair no ostracismo. Será muito pouco para um delinquente sociopata.

PS: eu, Eric Balbinus, estou conversando com advogados sobre como responsabilizar o senhor Gilberto Dimenstein por suas ações.


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