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O salve geral do PT foi um verdadeiro fracasso



O Partido dos Trabalhadores bem que tentou, mas sua tentativa de repetir o Salve Geral do PCC foi um verdadeiro fracasso. Quem fez esta analogia pela primeira vez foi a jornalista Vera Magalhães, que soube identificar o viés de banditismo nestas manifestações. Não poderia ser mais certeira, já que o PT guarda incríveis semelhanças entre atos e retórica com a organização criminosa conhecida como Primeiro Comando da Capital. Tanto um como outro foram criados por oportunistas que acabaram se influenciando pelo marxismo. Tanto uma como outra possuem um viés autoritário, uma agenda política e pretensões hegemônicas. A diferença é que o PCC foi competente em seu Salve Geral. O PT não. 

A organização criminosa que ainda opera sob a fachada de partido político organizou um ato fajuto contra as reformas trabalhistas e da previdência, fazendo uso de espantalhos risíveis e de meios asquerosos de propaganda para divulgar seu ato. Disseram até que derrubariam o governo, que fariam o Congresso cair aos seus pés quando marchassem vitoriosos com o povo pelas ruas do Brasil. Nada disso aconteceu, só vimos os mesmos fascistas de sempre com a mesma truculência padrão. 

O que era para ser a maior greve geral da história se tornou um dos maiores tropeços políticos dos últimos tempos, já que os números escassos deram força a um governo que não dispunha de tanta popularidade. Conseguiram também angariar mais ojeriza no pacato cidadão que foi forçado a abdicar de um dia de trabalho. Sim, o transtorno foi grande. Os números do comércio e da indústria sugerem que os criminosos conseguiram causar dores de cabeça a muitos brasileiros. No entanto, o objetivo político passou longe. O tiro no pé ficou pior por conta do enfrentamento por parte de quem preferiu não abaixar a cabeça para quem serviu de tonton macoutes para os responsáveis do maior esquema de corrupção da história ocidental.

Vamos ser claros aqui: não há nenhum direito sendo retirado, até porque nossa CLT fascista não traz direitos e sim imposições que mais se assemelham ao período escravagista. Os únicos direitos contra os quais os radicais protestaram foram os direitos dos sindicalistas se alimentarem do sangue do trabalhador por meio da contribuição sindical obrigatória e o direito de Lula de sair impune da Operação Lava Jato. É disso que se trata. É desnecessário se estender nesta discussão, já que quem apoiou o maior assalto aos cofres públicos e a democracia jamais será capaz de sentir qualquer preocupação genuína com o trabalhador e seus direitos.

É importante ressaltar o caráter verdadeiramente fascista destas manifestações de ódio, que superam até mesmo o banditismo praticado pelo petismo e linhas auxiliares. Eles dizem representar o trabalhador, mas quando não obtém a adesão do cidadão partem para a agressão - forçando o indivíduo a faltar ao trabalho por coerção física e assédio moral. Isso não deve ser encarado como mera baderna, mas sim como prática terrorista. 

O que fica do dia 28 de abril é o suicídio político de uma extrema-esquerda já moribunda, que conseguiu hoje expor ainda mais suas entranhas. As cenas dos criminosos ameaçando comerciantes da Paraíba para que fechassem as portas, a agressão ao comentarista e humorista Marcelo Madureira e a pancadaria no Aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro ocuparão por muito tempo a memória do brasileiro. Como ainda não somos seres indignos como os suecos, o desejo de reparação e justiça provavelmente chegará vivo as urnas em 2018. 

É bom fazer um paralelo com o dia 28 de abril de 2016, data em a foto no começo do post foi tirada. Exatamente um ano atrás. A foto foi tirada onze dias após a histórica votação de acolhimento do impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Quase quinze dias depois, ela seria afastada pelo Senado. Naquele ano de 2016, a extrema-esquerda protagonizou vários atos de barbárie como o da foto foram registrados. Além do vandalismo, os partidários do fascismo vermelho optaram pela estratégia do vale tudo: atacaram brasileiros honestos, ofenderam os que foram protestar pelo impeachment, tentaram associar movimentos democráticos a seu antigo aliado Eduardo Cunha, tentaram até estabelecer uma relação de vassalagem entre o povo e o partido do plano criminoso de poder. O povo não quis se submeter a esta espécie de relacionamento abusivo, respondendo de maneira dura com uma surra eleitoral nas urnas que basicamente varreu a extrema-esquerda das prefeituras brasileiras. Agora eles repetem a estratégia sociopata, esperando angariar simpatia por meio de métodos já descritos por Hannah Arendt em As Origens do Totalitarismo: acreditam que poderão retomar o poder golpeando a dignidade do povo. Não deu certo em 2016, não dará certo agora. 

Aos que ainda estão céticos quanto ao fracasso da estratégia golpista, procurem a presença do chefe da organização criminosa nos atos. Lula simplesmente não apareceu. A aposta mais segura do mundo é que o Jim Jones do ABC passou o dia encastelado em seu dúplex em São Bernardo ou no Instituto Lula, monitorando com extremo interesse o desenrolar dos acontecimentos. O homem que não poupou nem o velório de sua esposa jamais perderia um palanque. Se ele não quis aparecer no Largo da Batata ou na Paulista, é porque não haviam mulas suficientes para ouvirem seu discurso estelionatário. Eis o maior atestado de fracasso possível. 

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