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O delírio fascista de Luciana Genro e Glenn Greenwald: querem estatizar a Odebrecht

O jornalista americano Glenn Greenwald é um notório militante da extrema-esquerda que reside no Rio de Janeiro, de onde é correspondente do The Guardian e autor do The Intercept. Segundo este admirador de Nicolás Maduro, a saída para resolver o problema da Odebrecht é estatizar a empresa. Luciana Genro concordou. Por acaso, o marido de Glenn é o vereador David Miranda, do PSOL do Rio de Janeiro. Que sintonia!



Foi o excesso de intervenção do estado na economia que proporcionou solo fértil para a paquidérmica corrupção brasileira. Foi a existência de estatais que deu sustentação ao plano criminoso de poder do Partido dos Trabalhadores. Foi o desenvolvimentismo que sustentou e nutriu a tentativa do PT de estabelecer um Reich de mil anos no Brasil. Como estes dois delinquentes podem falar em estatização da Odebrecht agora?

É óbvio, eles não são ingênuos. Sabem que mesmo combalida, a empresa dispõe de ativos importantes ao redor do mundo, principalmente América Latina e África. A estatização abriria precedente para o fortalecimento de sindicatos e dos partidos que por acaso controlam essas organizações. Também fortaleceria o aparato do Estado, proporcionando mais cabides de emprego para militantes. A Odebrecht seria exatamente a versão da Petrobras na construção civil. Em resumo, o que eles estão propondo para resolver o problema da corrupção não é a punição dos responsáveis e sim transformar a Odebrecht em algo semelhante a empresa que tornou possível o maior esquema de corrupção da história do Ocidente...

O caso é que ambos os cretinos citados são fascistas, sociopatas que só pensam em meios de fomentar a agenda criminosa da extrema-esquerda. É natural, portanto, que queiram fortalecer o Estado e asfixiar a livre iniciativa. Socialistas sempre criam problemas para o Estado. Quando a coisa aperta, os próprios socialistas sugerem aumentar as doses do veneno que provocou a enfermidade. A intenção é justamente manter o doente respirando por aparelhos. Aqui do lado de Roraima há um país onde foi feito a mesma coisa, estatização de grandes empresas em nome do interesse nacional e da ética. Hoje os cidadãos daquele país são obrigados a revirarem o lixo em busca de comida, enquanto animais morrem no zoológico de fome. Sem contar nos milhares que são obrigados a fugir para o Brasil. O inferno bolivariano começou quando o governo colocou em prática as fórmulas defendidas por Luciana Genro e Glenn Greenwald. Não por acaso, Luciana admira o carniceiro que transformou aquele país em uma sucursal do inferno. Significa. 


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