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"Jamais colocaria a minha biografia em risco", diz Temer. Mas que biografia?


Sobre a acusação de propinas na campanha presidencial, o presidente Michel Temer diz que "jamais arriscaria sua biografia". Veja o vídeo.


Mas que biografia ficaria limpa após se unir ao propinoduto lulista? Pior: Temer se uniu a um projeto criminoso de poder operado por um grupo autoritário que pretendia instituir uma espécie de Reich de mil anos sustentado com dinheiro público. Se é verdade que ele não pode ser afastado por atos anteriores ao mandato, também é verdade que o vice decorativo não pode querer bancar a virgem de prostíbulo a essa altura do campeonato.

O caso é que a situação de Temer só não é pior porque todos sabem que qualquer pedido de impeachment contra ele irá falhar por falta de apoio político e por falta de lastro jurídico (como foi dito, ele não pode responder por atos estranhos ao mandato em exercício). E todos reconhecem que ele é "menos pior" que Dilma Rousseff no sentido da ameaça as instituições. No entanto, não é razoável que um presidente minta dentro do Palácio do Planalto. Sim, o presidente tem o direito de se defender como qualquer outro cidadão. Mas deveria antes pedir desculpas por ter se associado ao plano criminoso de poder do Partido dos Trabalhadores por alguns trocados e cargos, ao invés de que achar que tem carisma para diminuir os fatos como tentou fazer.

Tome vergonha, presidente. 

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