Ads Top

Extremistas de esquerda e grandes bilionários motivaram nota da ONU contra o Escola Sem Partido

Há coisa de cinco dias, relatores da Organização das Nações Unidas emitiram um relatório onde classificaram o projeto Escola Sem Partido como "censura", alegando que ele estabelece uma série de "violações" que podem ter impacto negativo na educação e nas liberdades civis. Você não leu errado: os relatores da moribunda organização "alertaram" ao governo brasileiro que um projeto baseado na Convenção dos Direitos Humanos (o Pacto de São José da Costa Rica) viola a liberdade de expressão.

Da ONU pode se esperar qualquer coisa, como a tentativa golpista de interferir nos resultados das eleições americanas ano passado - quando o Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos afirmou ao mundo que a possível eleição do republicano Donald Trump "era um perigo para o mundo". O problema é que o príncipe Zeid ibn Ra'ad é jordaniano. O príncipe que nunca condenou a barbárie institucionalizada nos países árabes e que já propôs diálogo com vários ditadores rasgou o protocolo de suposta neutralidade para se meter nas eleições da maior democracia do Ocidente. Isso sem falar da Arábia Saudita, que ocupou o Conselho de Direitos Humanos da ONU por duas vezes (isso mesmo, aquele país que sufoca minorias religiosas e que nega as mulheres até o direito de dirigem automóveis). Foi sucedida pelo Egito, tão negligente e plácido com a perseguição a cristãos e judeus. Portanto, não causou espanto o relatório da ONU sobre o Escola Sem Partido. A única questão que ficou em aberto foi o motivo da nota, visto que o órgão costuma agir apenas quando provocado.

Tudo começou quando o Jornalivre seguiu o rastro de um manifesto em apoio ao secretário de Educação de São Paulo, Alexandre Schneider - envolvido em polêmica com o vereador Fernando Holiday após o coordenador do MBL ter visitado algumas escolas. O manifesto era assinado por nomes ligados ao PSOL, PT e Rede. Entre eles, o blogueiro de extrema-esquerda Daniel Cara. O sujeito é coordenador da ONG Campanha Nacional pelo Direito a Educação. Em artigo publicado em seu blog no UOL, Daniel destaca a fala de Fernanda Lapa (Fernanda Lapa, também ligada à agenda pró-doutrinação através da ONG Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos). 

Os diplomatas ficaram tocados com as informações que apresentei em meu discurso, listando fatos ocorridos nos últimos três anos, como a retirada da palavra gênero dos planos municipais, estaduais e nacional de educação, além das consequências de toda essa onda conversadora que vivemos no Brasil. Muitos também ficaram perplexos com a existência de projetos de lei como o programa ‘Escola sem Partido’, que impacta diretamente na liberdade de expressão de docentes e no acesso à educação de qualidade aos estudantes brasileiros. O que eu não imaginava é que, enquanto em embarcava de Genebra para o Brasil, logo após a atividade na ONU na última sexta-feira, comprovamos o que apresentamos, os retrocessos seriam concretizados via anuncio do MEC de retirar as questões de gênero e orientação sexual da Base Curricular e com o caso das escolas de São Paulo, inspecionadas por vereadores, levando a quase demissão do secretário municipal de educação Alexandre Schneider.


É isso mesmo: a visita de um vereador a duas escolas teria sido um dos motivos para a bizarra afirmação de que um projeto fundamentado nos Direitos Humanos viola os Direitos Humanos. Agora leiam os trechos mais estarrecedores: olhem quem está no time de Daniel Cara: Itaú, Natura e Open Society (aquela organização utilizada por George Soros para bancar "democratas" como o Mídia Ninja). Embaixo, os parceiros da instituição. Na sequência, trecho da matéria original do Jornalivre.

Clique para ampliar

Leia o trecho abaixo:
___________
No artigo, fica muito claro que a bizarra declaração da ONU – prontamente repercutida pela imprensa brasileira – foi motivada pela ação política de ONGS ligadas a George Soros e a esquerda brasileira, todos em defesa da ação política do Secretário Alexandre Schneider. Esses grupos políticos, que vivem de Lobby e relações estranhas com tais instituições, chegaram ao absurdo de motivar a manifestação de uma instituição do porte da ONU para tentar calar um vereador e um projeto de lei.


Itaú e Natura estão no time

A visita dos Ongueiros psolistas foi prontamente divulgada por outro agrupamento pró doutrinação, o rico “Centro de Referências em Educação Integral” . Esta ONG, financiada pelo Itaú de Neca Setúbal e a Fundação Natura de Guilherme Leal – também signatários do manifesto pró-Schneider – reportou a maioria dos ataques feitos pela elite paulistana ao jovem vereador do MBL.

A imagem abaixo atesta a visita das ONGs à ONU. Neste Link você pode acompanhar a cobertura feita pelo time de Neca Setúbal à entidade em Genebra, onde a ação autoritária foi protocolada.

Os absurdos não param por aí: a bandeira ostentada pelos militantes pró-doutrinação é da ONG “Mais Direitos Mais Democracia”, financiada pela também esquerdista “Fundação Ford e completamente contrária às reformas da previdência e trabalhista, necessárias para a recuperação econômica do país.  Em seu manifesto, a ONG afirma combater os “retrocessos democráticos” do país, liderados por uma suposta “onda conservadora:

A crise econômica que se abateu sobre o país, somada à desestabilização política, à eleição do Congresso mais conservador desde os anos 1960, e ao recente processo de impeachment aberto contra a presidenta da República, contribuem para o agravamento dos retrocessos. Além disso, a própria democracia vem sendo posta à prova, com ações que priorizam a moral privada em detrimento da ética pública e que escancaram, no cotidiano, o fascismo, o machismo e o racismo presentes na sociedade.

Gente que acha que o impeachment é golpe 


Não são apenas as ONGs acima listadas que defendem a tese de que o impeachment foi golpe. Daniel Cara, articulador da resistência pró-Schneider já cometeu artigos como este, em que chama o processo de golpe e compara o mesmo a um “retrocesso articulado pelas elites”. Chega a ser comovente ver a indignação seletiva do burocrata bancado por bilionários nacionais e internacionais:

O Brasil enfrenta um duplo golpe. E os dois são articulados, interdependentes e se retroalimentam.O primeiro golpe começou antes mesmo das eleições de 2014, quando emergiu entre empresários, economistas e políticos o falacioso discurso de que a Constituição Federal não cabe no orçamento público. Era um primeiro aviso de uma intenção real: reduzir o tamanho do Estado, o que significa inviabilizar a observância de direitos.O objetivo desse primeiro golpe, contra o (tímido) projeto brasileiro de democracia social, é desconstruir o modelo de financiamento dos direitos sociais.O segundo golpe é contra a democracia institucional e se expressa de maneira mais evidente com o processo de impeachment.

Ligações com MST e grupos de esquerda:

Para não restar dúvidas acerca da militância pró-doutrinação de Daniel Cara e seus colegas, sua ONG possui no Comitê Diretivo a ilustre participação dos arruaceiros terroristas do MST- Movimento dos Sem Terra. Clicando no link aqui é possível checar quem compõe a ilustre direção de tão seleta organização.

______________________

Também não consigo imaginar qual é o papel educativo do MST junto aos trabalhos da ONG de Daniel. Nem que estes indivíduos se refiram ao impeachment como golpe, ou a ascensão da direita nas urnas e nas ruas como ameaça e retrocesso. Ou melhor, consigo sim. A presença destes radicais é fundamental para quem desenvolve uma agenda criminosa e totalitária. Não surpreende. Assim como não surpreende a foto do ongueiro ostentando orgulhoso seu boné vermelho com a figura do carniceiro Che Guevara. A foto foi retirada do perfil de Daniel no Facebook.



Ah, também não causa espanto o apoio de corporativistas do Itaú e Natura aos planos de extremistas. Na história política, foram sempre os ricos que financiaram os delírios fascistas e as empreitadas contra a democracia. Para esses corporativistas, nada melhor do que um ambiente sem livre concorrência. O caso da empreiteira Odebrecht financiando distribuindo dinheiro para extremistas do PSOL, PCdoB e PT no Brasil e para ditadores socialistas mostra qual é o interesse destes monstros morais. É o mesmo interesse que move o coração de George Soros (que também é sócio do projeto pró-doutrinação).

No caso em tela, há uma clara tentativa de se asfixiar o projeto Escola Sem Partido ainda no ninho. O que esta escória pretende é transformar crianças em fantoches, como é de costume em regimes autoritários. Daniel Cara e sua turma são contrários ao Escola Sem Partido não por desacreditarem da doutrinação política, mas justamente por serem seus promotores e entusiastas. Foi usando o dinheiro e prestígio de seus mecenas que os ongueiros mobilizaram os diplomatas da ONU, o que só não gerou comoção pois a entidade não desfruta de nenhuma credibilidade entre a maioria da sociedade. Mas há algo de positivo no tamanho da polêmica, já que a ousadia dos gestos obrigou alguns sujeitos a retirarem suas máscaras. Daniel Cara, mentor da denúncia na ONU, é um extremista fã de Che Guevara. O sujeito que diz temer "censura por parte do ESP" é discípulo de um sujeito que censurou, prendeu, torturou, estuprou, fuzilou dissidentes, que mandou para campos de concentração homossexuais, que sentia prazer sexual com cheiro de sangue. É um dos "fascistas que pedem mais amor", um cínico e dissimulado que usa a palavra democracia para camuflar suas pretensões inconfessáveis.

Ele está junto com Alexandre Schneider, o secretário que apoio Marta Suplicy e que fez campanha para um candidato do PSOL. Quando surgiu a polêmica em torno da visita de Holiday aos colégios, Alexandre não pensou duas vezes antes de fritar o vereador da base em nome de suas relações com a extrema-esquerda. Quando Holiday revidou, Schneider foi socorrido por radicais como Marina Helou, Gilberto Dimenstein, Sâmia Bomfim (do PSOL), Ivan Valente, Pedro Abramovay (do Avaaz e da Open Society Brasil) e Neca Setúbal, pedagoga herdeira do Banco Itaú ligada a Rede de Marina Silva. 

Ficou claro também que o prefeito João Doria tem que se confrontar com uma escolha que não é nem difícil. Ele pode agradar seus opositores mantendo um secretário que rompeu com uma tentativa inicial de apaziguamento promovida pelo tucano, fortalecendo os que militam contra sua gestão de maneira fascista e traindo seus eleitores - aqueles para quem o prefeito afirmou ser favorável ao projeto Escola Sem Partido (a coordenadora Carla Zambelli do NasRuas gravou a declaração do prefeito em vídeo). Ou então Doria se livra do secretário amigo de radicais e adoradores de carniceiros. É bom lembrar que o prefeito jamais contará com a simpatia da extrema-esquerda, por mais que resolva seguir a velha fórmula dos caciques de seu partido. Eles costumam ser muito fiéis ao seu ódio. Também não seria uma escolha sensata, já que a esquerda passa por um momento de crise ao redor do mundo. Por acaso, foi a própria fundação petista Perseu Abramo que descobriu que a periferia virou a Direita. Seria o fim de qualquer pretensão de Doria, um final melancólico para quem começou ocupando cargos eletivos de maneira tão brilhante. Pensando bem, essa escolha nem é difícil. Só requer um pouco de coragem e bom senso.
Tecnologia do Blogger.