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Enquanto o Brasil se espanta com a lista do Fachin, a extrema-esquerda prepara novos estelionatos para enganar os incautos


Foram muitos nomes na lista de inquéritos por parte do ministro Edison Fachin, do Supremo Tribunal Federal. Gente de quase todos os partidos, incluindo senadores, deputados, governadores e agregados. PT, PMDB e PSDB lideram entre os partidos com mais investigados. Entre os que responderão por mais inquéritos estão Aécio Neves e Romero Jucá. Pai e filho, O senador por Alagoas e o governador do estado Renan Filho serão investigados. Lá também estão Humberto Costa, Lindbergh Farias, Vanessa Grazziotin e o marido de Gleisi Hoffmann Paulo Bernardo. São necessárias algumas considerações: 

A lista foi obtida pelo Estadão, e não traz as acusações que serão atribuídas a cada um dos parlamentares. Alguns serão acusados de crimes "mais leves", como caixa-dois. Outros serão acusados de recebimento de propina e formação de quadrilha. Seja como for, se nota uma disposição por parte de setores do judiciário para nivelar por baixo a corrupção. É grave? Sim. Este é o discurso favorito dos próprios petistas, que tentam esconder que o partido operava um plano criminoso de poder que pretendia solapar a democracia. Não é simples corrupção, mas sim atentado contra o povo. 

No caso dos crimes, sabe-se que há indícios graves. Enquanto nos espantamos com os nomes, os sicários do petismo já trabalham com novas narrativas. Quem der uma olhada na esgotosfera petista verá Brasil 247, Diário do Centro do Mundo e Carta Capital omitindo a menção aos petistas e carregando nas tintas quanto ao envolvimento de ministros do governo Michel Temer e nomes da oposição. Nem parece que estes eram apenas "aviãozinhos do tráfico", enquanto os donos do morro eram os próprios petistas. Acredite: alguns vão admitir os crimes, mas com cinismo. Irão sugerir reformas como alternativa ao financiamento criminoso. Aliás, isso já está sendo feito. Chamasse lista fechada com financiamento público de campanhas. 

Enquanto nos espantamos, eles estão assimilando o golpe para reagirem de maneira satisfatória. Notem o silêncio momentâneo da militância, que aguarda as instruções de seus mestres. Tentarão até omitir do debate que Marcelo Odebrecht entregou Lula de bandeja para a Justiça. Para isso já elaboraram uma nova pantomima: Dilma Rousseff alegou que Odebrecht pode ter sido "coagido" a prestar estes depoimentos. Pode ser a mais nova narrativa. Fato é que não há bobo neste esporte. Se eles estão quietos agora, é porque sabem da gravidade de seus crimes. Se estão em silêncio agora, é porque estão armando um novo golpe.

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