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Dia 28 as esquerdas irão as ruas defender o sujeito que disse que a Venezuela tem “excesso de democracia”


Dia 28 é dia de “Carnalula”, como foi apelidada a greve geral convocada pelos partidos de extrema-esquerda e seus pelegos de sempre (UNE, UBES, UJS, CUT, CTB e demais aparelhos). Os apoiadores do verdadeiro golpe (golpe contra a democracia usando recursos da Petrobras) dizem lutar pela defesa de direitos supostamente ameaçados pelo governo Michel Temer, quando na verdade pretendem assegurar o direito de Lula a impunidade. 

Não se trata só de uma ode a impunidade, mas também a defesa explícita do autoritarismo. As manifestações também irão repudiar as mudanças na CLT (a versão tupiniquim da Carta del Lavoro, do fascista Benito Mussolini adotada pelo fascista Getúlio Vargas – hoje herói da extrema-esquerda). Também se trata da defesa do fascismo vermelho em todas as suas dimensões. Por conta disso, o ato conta com a participação de sindicatos de professores e adesão forçada de colégios públicos e particulares – mostrando que o repúdio ao Escola Sem Partido também estará presente. O desmonte e o retrocesso também estão na pauta. Não, não se trata de desmonte do estado e retrocesso em direitos civis, trabalhistas ou o que quer que seja. O único desmonte na pauta é o desmonte da máquina criminosa de poder da extrema-esquerda e o retrocesso que a Operação Lava Jato e impeachment provocaram na agenda política destes grupos. 

Como foi dito, a estrela das manifestações é o chefe da organização criminosa que operou o maior esquema de corrupção da história do Ocidente. O infame Luís Inácio deverá ser homenageado, carregado pela multidão como o falso Cristo. Contarão sobre seus milagres e sobre a injustiça que é trata-lo como homem comum. É vital que o façam, ainda mais diante da possibilidade de prisão do Jim Jones do ABC. 

A pantomima será misto de palanque e ato de desagravo por parte do culto fundamentalista que se consolidou em torno do Partido dos Trabalhadores. Falarão muito em democracia, direitos e luta. Mas tudo o que esperam é demonstrar força. Os que gritam golpe irão às ruas para atacar a Justiça e democracia, enquanto ostentarão em seus peitos e bandeiras os símbolos da ideologia que mais violou direitos humanos na história. 

Aos que menosprezam as manifestações fascistas protagonizadas pelos nossos vermelhos, fica a lembrança: o homenageado pelas hordas é o mesmo sujeito que afirmou que havia “excesso de democracia na Venezuela”. É bom que se diga que ele está correto, se tomarmos como premissa o ponto de vista de um extremista. Para eles, qualquer traço de liberdade é um excesso. Hoje Maduro tenta limpar aquela tirania do excesso de democracia, enquanto Lula tenta retomar o caminho e reconstruir o Reich petista das ruínas deixadas pelo impeachment e Lava Jato. Todos os manifestantes e organizadores desejam para o Brasil o mesmo modelo de país que obriga venezuelanos a revirarem o lixo em busca de comida, que joga tanques e bombas sobre civis, que prende opositores por crime de opinião e dispersa manifestações com balas letais. É natural que eles lutem por fascismo e barbárie, é da natureza deles. O que não é possível é que nós não lutemos por democracia e justiça nesta mesma proporção.


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