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Até o CNPJ do estabelecimento de Dimenstein diz que o lugar é um boteco. Até quando ele irá insistir no contrário?

Reprodução/Youtube

Reproduzo na íntegra notícia do Jornalivre com documentos que comprovam a verdadeira natureza dos dois estabelecimentos do ex-jornalista Gilberto Dimenstein na Vila Madalena. Comento na sequência.
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Dimenstein desmascarado: a prova final de que o boteco é mesmo um boteco

Toda essa guerra contra o Jornalivre, encabeçada pelo ex-jornalista Gilberto Dimenstein, foi iniciada quando denunciamos aqui a situação de Vila Madalena, onde o blogueiro possui um bar que causa incômodos aos moradores e que, a despeito disso, recebeu alguns privilégios da prefeitura na época da gestão Haddad. Após a denúncia, Dimenstein afirmou repetidas vezes que o local não é um bar, mas um “espaço cultural”, e a partir daí começou a tentar intimidar a nós, ao MBL, ao Sul Connection e outras sites que ele julga serem “associados” a este aqui.
Hoje viemos trazer a evidência definitiva de que o local é mesmo um bar. Seguindo a dica de um leitor, que nos enviou informações por e-mail, fomos averiguar o registro da empresa através de seu CNPJ, logo encontramos os fatos que você vai conhecer.
Fato 1: Registro
A empresa está registrada no nome de Gabriel Dimenstein, que segundo informações é filho de Gilberto (ver aqui), o que não é nenhum crime. Conforme apuramos, Gabriel tem pelo menos cinco empresas em seu nome.
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Fato 2: CNPJ registrado como bar
Existem duas empresas registradas no mesmo endereço do “Armazém da Cidade”. Uma delas é registrada como empresa de realização de eventos. A outra, entretanto, é um bar:
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Rua Medeiros de Albuquerque, 270, exatamente o endereço que consta na página do Armazém no Facebook:
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Ainda na página do Armazém, é possível verificar que o local foi fundado em abril de 2015, mas o CNPJ só veio em junho, e o segundo CNPJ, do bar, em setembro. Isso quer dizer que o local funcionou por algum tempo sem registro, o que não é incomum. Muitos empresários pedem registro e abrem o negócio enquanto esperam a documentação chegar.
Resumidamente, o que apuramos é que o local não apenas parece um bar, ele é um bar e tem até o CNPJ de um bar. Desta forma, chamar o local de “Boteco” não é uma mentira, quem mentiu foi Dimenstein ao tentar encobrir este fato. O que o motivou a mentir sobre o estabelecimento ainda é um mistério, já que não é crime ter bar. O que ele está realmente tentando esconder?
Todas as informações acima mencionadas podem ser verificadas aqui e aqui.
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A matéria deixa claro o óbvio: não é crime ser proprietário de botecos. Mas qual é o motivo do ex-jornalista atribuir outra natureza ao seus estabelecimentos? É por conta do zoneamento urbano, do projeto Ruas Abertas ou ambos? O que há de concreto é que ele estendeu a ideologia de gênero aos estabelecimentos comerciais. Agora botecos são espaços culturais, pois é assim que Dimenstein os compreende. Se a moda pega, veremos coisas tão estranhas quanto abatedouros de animais se apresentando como pet shops e funilarias registradas como salões de beleza. 

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