Ads Top

Algumas perguntas para Mino Carta, o fantoche de redação da Carta Capital


Bom, todos já viram que Sérgio Moro retirou o sigilo de todo o conteúdo das delações do grupo Odebrecht. Delações que envolviam até a revista Carta Capital, favorecida com cerca de R$ 3 milhões. Na época, a revista publicou uma nota afirmando que se tratava de um "adiantamento de publicidade". A nota se dividia nos seguintes pontos (publicação original aqui). 
1. Em 2007 e 2009, a Odebrecht fez um adiantamento de publicidade no valor total de 3,5 milhões de reais a CartaCapital, uma operação normal no mercado. Naquele momento, a revista procurou vários anunciantes em busca de um reforço de caixa. O adiantamento foi negociado diretamente com a empresa por Mino Carta e Luiz Gonzaga Belluzzo, sócios da Editora Confiança, que edita a revista CartaCapital. Não houve interferência de ninguém a nosso favor.
2. O adiantamento foi pago da forma tradicional: por meio de anúncios e patrocínios de eventos. A Odebrecht chancelou vários de nossos seminários regulares intitulados “Diálogos Capitais”, bem como patrocinou a premiação “As Empresas Mais Admiradas no Brasil” em 2009, 2011, 2012, 2013 e 2014. Em 2013, figurou entre os patrocinadores do “Fórum Brasil”, que trouxe o economista Dani Rodrik. No ano seguinte, também patrocinou o mesmo evento, cujo principal palestrante foi Paul Krugman, Nobel de Economia. A editora possui os registros e notas fiscais dos anúncios publicados e eventos realizados.
3. Uma das maiores empresas do País, a Odebrecht  regularmente anuncia e patrocina eventos em diversos veículos, entre eles, o próprio O GloboCartaCapital não sabe e não tem obrigação de saber de onde vieram os recursos do adiantamento da verba de publicidade. Não existe carimbo em dinheiro e trata-se de má-fé acreditar que o investimento na revista saiu de “um departamento de propina” e o aplicado nos demais meios de comunicação tem origem lícita. Além disso, o investimento publicitário da empreiteira deu-se quando não havia nenhum sinal do envolvimento da empresa nas ilicitudes apontadas pela Operação Lava Jato. Lembremos que outros meios de comunicação receberam verbas da Odebrecht em 2016, quando os fatos eram sobejamente conhecidos, nem por isso esses veículos podem ser acusados de conivência com qualquer tipo de atitude da empresa ou de defender este ou aquele interesse.
4. Desconfiamos que o novo vazamento dessa citação distorcida a CartaCapital esteja relacionado ao fato de não termos abdicado do dever jornalístico de apontar os erros e abusos da Operação Lava Jato, além da nossa conhecida postura crítica em relação aos meios de comunicação, em grande medida responsáveis, no nosso entender, pelo clima de caça às bruxas reinante no Brasil. Nossa lisura e transparência, reforçadas semanalmente ao longo dos últimos 23 anos, não serão abaladas por essa classe de ilações.

*Manuela Carta é publisher de CartaCapital

Agora comparem com o depoimento de Marcelo Odebrecht. Segundo a revista, o conteúdo vazado havia sido "distorcido". Não é o que o vídeo diz.


Deixo algumas perguntas:

  1. Onde está a distorção?
  2. Qual o motivo de uma empreiteira anunciar em uma revista que odeia o capitalismo?
  3. A Carta Capital acha mesmo que pode nos fazer de otários mesmo depois daqueles áudios onde Lula dá instruções ao seu fantoche de redação, o golpista Mino Carta?
  4. Essa fica para o senhor Mino Carta: Como é fazer papel de boneco de ventríloquo?
  5. Vocês se sentem vítimas de preconceito por atuarem como prostitutas de redação? 
  6. Considerando que Lula é o responsável tanto por sugerir as pautas quanto por levantar a grana, a revista seguirá em frente em caso de prisão do chefe de quadrilha?
  7. Existe comunista grátis?


Tecnologia do Blogger.