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Ainda sobre as revelações de Marcelo Odebrecht trouxeram uma pergunta importante: onde anda o fã clube do ex-prefeito Fernando Haddad?


Essas revelações de Marcelo Odebrecht trouxeram uma pergunta importante: onde anda o fã clube do ex-prefeito Fernando Haddad? 

O prefeitão era adorado pela pequena esquerda caviar paulistana. Era cantado em verso e prosa pelos ciclofascistas, pelo movimento negro, pelos LGBT, pela imprensa que se finge de isenta e pelos que hoje já não fazem questão de se esconder (como aquele botequeiro louco da Vila Madalena). Haddad era verdadeiramente idolatrado pelos seus, como se fosse um semideus. Era uma espécie de Jim Jones da FFLCH, podendo dispor até sobre a vida de seus seguidores. 

Como todo esquerdista, Haddad tinha grandes contradições. Chamava Michel Temer de golpista, mas mantinha uma das filhas do presidente como secretária de Assistência Social na prefeitura. Usou da máquina pública para fazer proselitismo ideológico nas escolas, além de ter empurrado ciclofaixas goela abaixo do paulistano. Reduziu a velocidade das marginais para fomentar a indústria da multa, além de favorecer amigos com programas como o Ruas Abertas (de novo aquele botequeiro fascista). Empregou os amigos do filho e só andava de helicóptero. Passava dias em intermináveis "despachos internos", além de ter fraudado a agenda pública para trolar o historiador Marco Antonio Villa. Abandonou a cidade e aumentou a crackolândia. Incentivou os rolezinhos, chegando a colocar agentes de saúde para distribuírem seringas e preservativos no chamado "Rolezinho do Sexo". A extrema-esquerda contemplava em êxtase: Haddad estava promovendo a barbárie que eles tanto sonharam. Isso além do autoritarismo: tentou criar dificuldades para os movimentos democráticos que protestavam contra o governo, multando caminhões e dificultando o uso do espaço público. Censurou a Fiesp por ter ostentado a bandeira do Brasil em sua fachada. E perdeu a prefeitura de maneira humilhante. 

Haddad não era adorado apesar destes atos repugnantes, mas era adorado justamente por praticar tamanhos absurdos. Era disso que seus seguidores gostavam. Era isso que fazia dele "o prefeito visionário". Afinal de contas, o homem que se elegeu sob a premissa stalinista do "Homem Novo para um novo tempo" era o mesmo que obteve seu título de doutorado elogiando o sistema soviético (que viria a cair apenas um ano depois). Haddad era adorado justamente pelo seu autoritarismo e desprezo pelos pobres (chegou até a confiscar papelões e cobertores de moradores de rua). Por isso foi merecedor daquela ridícula festa de despedida na Avenida Paulista, onde seus bajuladores foram se despedir do pior prefeito da história. 

Após a revelação de que recebeu R$ 2 milhões do Petrolão, seus seguidores devem ter lamentado o fato de que ele não pegou mais dinheiro sujo. "Se houvesse pego mais, talvez conseguisse se reeleger e evitar que um coxinha assumisse a prefeitura". Os que foram se despedir do "prefs" queriam exatamente isso: um fascista corrupto no comando da maior cidade da América Latina, e um homem ainda mais sujo no comando do país. É claro que os auto declarados "progressistas" irão negar, afirmando que o sujeito era "visionário". Mas quem depõe contra eles são os fatos: quando viram as denúncias, se esconderam. Afinal de contas, são cúmplices. Para eles, o Jim Jones da FFLCH não fez nada de errado.

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