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Acostumado a servir de cadela de bolivarianos, Requião ataca Moro porque o juiz representa a democracia


O ilustre senador Roberto Requião resolveu tratar o juiz Sérgio Moro com sua costumeira baixaria. Respondendo as críticas feitas pelo chefe da Operação Lava Jato ao projeto de abuso de autoridade (da qual Requião é relator), o senador respondeu:
Eu diria que o Moro andou fumando erva estragada porque o meu projeto não diz isso. Meu projeto não criminaliza o erro, que é corrigido em instâncias superiores. O projeto diz que a interpretação divergente, necessariamente razoável, ou seja, a lei diz não, a interpretação não pode dizer sim, não será punida. Ela [interpretação] deve ser necessariamente razoável e fundamentada. Eu jamais iria punir um equívoco de interpretação de um juiz.
Requião deve ser um grande conhecedor de produtos naturais. Já recomendou alfafa a internautas que o criticaram alegando que fazia bem para a saúde. Também já comeu sementes de mamonas. Apenas para agradar Lula. Vamos relembrar o episódio. 


Moro não deve levar esta agressão para o lado pessoal. O caso é que Roberto Requião não passa de um cão de guarda do petismo, sempre sedento do sangue de quem se coloca contra o partido criminoso de poder. O faz por prazer, já que é acometido por espasmos sempre que recebe os afagos de seus tiranos de estimação. Quando o coronel Hugo Chaves esteve no Brasil, o então governador Requião o recebeu com honras no Paraná. Assinaram acordos, trocaram sorrisos, abraços, toques de mão. A truculência com que Requião trata jornalistas, cidadãos comuns e os membros da força-tarefa da Laja Jato se justifica pela opção deste pelo autoritarismo. Moro e a Lava Jato representam o oposto do que os senhores de Requião acreditam, que é a democracia e justiça. 

A lógica sempre será ver Requião com os dentes arreganhados, babando e destrinchando a carne de quem contraria a moral perversa de seus senhores. Quem quiser ver "o outro lado de Requião" deve aguardar o momento em que ele se aproxima de um desses tiranos. Ele pode tanto colar testa com testa enquanto pega nas mãos (como fez com Chavez), como comer qualquer coisa que for servida pelo carrasco. Até sementes de mamona. Cientes dos fetiches autoritários de Requião, os paranaenses logo trataram de apelidar a cadela dos bolivarianos de "Maria Louca". 

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