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A "lacrada" da chef esquerdista: o compromisso não é com a verdade, e eles sabem muito bem disso


Um fato corriqueiro no mundo do twitter se tornou uma das maiores armas da extrema-esquerda (aquela que se apresenta como "progressista") contra os brasileiros que ousam enfrentar quem quer colocar o coturno em nossas gargantas. Foi um tweet da chef e jurada do Masterchef Paola Carosella, que arrogou para si o papel de "ensinar ao prefeito" João Doria que greve é um direito trabalhista. Paola é notória radical de esquerda, já foi até cozinhar para invasores de escola. Pois ela não gostou de saber que o prefeito irá cortar o ponto dos servidores que aderirem ao CarnaLula. Daí ela veio com essa:



É claro, foi ovacionada tanto pelos ideólogos quanto pelos animais de tração (a.k.a simpatizantes e militantes) que compõe a massa vermelha. Os ideólogos ficaram felizes em ver a moça elegante usando espantalhos de maneira tão hábil. Já os militantes, estes comem qualquer ração que for colocada no cocho. 

O que é óbvio, e que é conscientemente omitido por quem defende paralisações de caráter autoritário, é que o direito não incluí a possibilidade de ser pago por um dia não trabalhado. Isso é um fato elementar. Também não se pode dizer que o desconto do dia não trabalhado constitui em ameaça ao direito, já que ainda haverá a escolha entre aderir a paralisação ou não. O desconto representa penas uma consequência que dá respeito ao contribuinte. Este entendimento é tão básico e primário que até o Supremo Tribunal Federal decidiu que o servidor grevista pode ter seu dia descontado. Saiu no Vértice:

Ocorre que o corte do ponto é garantido por lei, e não conflita com o direito a greve. A prática era adotada até o ano passado sempre com controvérsias, provocando recorrentes ações de sindicatos e do próprio Ministério Público do Trabalho contra prefeituras, governos, empresas públicas e autarquias que puniam grevistas com desconto dos dias não trabalhados. A controvérsia permaneceu até o dia 27 de Outubro, quando o Supremo Tribunal Federal decidiu que não havia ilegalidade ou supressão de direitos no desconto. Na decisão, os ministros decidiram que os servidores públicos devem estar sujeitos as mesmas normas praticadas no setor privado (reafirmando entendimento de 2007). Votaram junto com o relator Luís Roberto Barroso a presidente do STF Carmen Lúcia e os ministros Teori Zavascki, Luiz Fux, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. A divergência foi formada por Ricardo Lewandowski, Edson Fachin, Marco Aurélio Melo e Rosa Weber.

O caso é curioso porque Paola foi cantada em verso e prosa pela esgotosfera por ter "ensinado" ao prefeito. Isso lembra a chanceler entreguista da Alemanha Angela Merkel quando ela "ensinou" Donald Trump sobre a obrigação da comunidade internacional para com os refugiados. Merkel só não sabe indicar onde é que esta escrito que um país deve abrir mão de sua soberania, de sua cultura e da dignidade de seu povo para agradar radicais de esquerda e acalmar radicais islâmicos (que não precisarão tomar o país a força, já que as portas foram todas escancaradas da maneira mais covarde possível).

No Senso Incomum, Flávio Morgenstern descreve os motivos do atual jornalismo. E não são os fatos.

O jornalismo hoje não é outra coisa senão um instrumento de engenharia social a serviço dos poderosos em sua cruzada contra tudo o que é caro ao ocidental médio: seu Deus, sua religião, sua cultura, seus costumes, sua família, sua pátria e todo o resto. Os jornalistas de hoje não se contentam em reportar os fatos, eles querem transformar o mundo. [...]
Não à toa afirmar que as opiniões de alguém estão alinhadas ao “senso comum” se tornou uma ofensa. Para a mídia, os valores de noventa e tantos por cento da população não servem e devem ser demolidos (ou desconstruídos) para dar lugar ao seu oposto. Os jornalistas engajados, que se acreditam ungidos para a mais nobre das missões, não descansarão enquanto você não enxergar no aborto uma expressão singular do amor à vida; enquanto você não considerar as relações entre pessoas do mesmo sexo mais nobres do que o matrimônio tradicional; enquanto você não entender como normal a sexualização precoce de seus filhos; enquanto você não perceber como banal o adultério e o divórcio; enquanto você não sentir mais pena de um bandido do que de sua vítima; enquanto você não for capaz de desprezar sua cultura e sua religião e de louvar todas as demais; e assim por diante… 

O caso em tela expõe o embuste da "lacração", como a extrema-esquerda pseudo-progressista chama as falsas respostas matadoras que seus fantoches dão sobre qualquer assunto. Cada uma dessas "lacradas" (essa expressão e horrível, diga-se de passagem) não tem qualquer lastro na realidade. São ancorados apenas em miragens criadas por estes ideólogos, argumentos tão rasos quanto um pires que podem ser desmanchados até por adolescentes. Veja o caso de Paola: um usuário do Twitter comentou sobre a decisão do STF, e ela tergiversou dando outra resposta simples (e burra). Mesmo diante da evidência, continuou mentindo. "Se é um direito é direito. Assim cortam o mais básico dos direitos cívicos. Uma sociedade sem participação cívica é facilmente manipulada"

Isso prova um ponto importante que é tratado aqui com recorrência: eles sempre sabem quando estão mentindo, apenas se fazem de bobos para sobreviver. Tanto as Paolas da vida quanto os Dimensteins, Folhas e UOLs sabem que uma pesquisa de cinco minutos no Google mostra que estão errados, que seus argumentos "lacradores" não passam de farsa. Mas sabem que o usuário da internet (principalmente das redes sociais), costuma reter para si as primeiras informações que recebe sem fazer maiores considerações, sem checar se os fatos defendidos são corretou ou não. É aí que se abre a possibilidade para gente como Paola, Gilberto Dimenstein, Sakamoto, Chico Pinheiro e tantos outros viabilizarem sua agenda política. Justamente por serem golpistas, eles insistem nessas posições. Ocorre que o golpista não se importa com a moralidade de seus atos, mas sim em enganar o máximo de pessoas que conseguir. 


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