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A ficha corrida de Gleisi Hoffmann mostra que ela é o nome certo para comandar o PT


O Partido dos Trabalhadores vive uma guerra fratricida pela presidência da legenda. Lula quer a senadora Gleisi Hoffmann, do Paraná. Por fora corre o também senador Lindbergh Farias, do Rio de Janeiro. Ambos são truculentos, corruptos, medíocres, cínicos e dissimulados. Mas convenhamos: mais do que Lindbergh, Gleisi representa um pouco da infâmia do petismo enquanto governo. 

Desde o movimento estudantil até os tempos de "gestora pública" em Itaipu e no governo de Zeca do PT no Mato Grosso do Sul, Gleisi sempre usou sua condição de mulher como atestado de competência. Sempre representou o que há de mais medíocre em termos políticos. Só venceu uma eleição em sua vida, para a vaga do senado que hoje ocupa. Venceu com recursos oriundos do Petrolão. Gleisi conseguiu a proeza de perder a eleição para o governo do Paraná mesmo com as gordas propinas do esquema criminoso de poder elaborado por Lula. Agora a cretina considera concorrer a deputada federal em 2018, já que os paranaenses estão fartos dela. 

Gleisi é o nome mais qualificado para o desqualificado posto de presidente do partido mais corrupto da história justamente por ter uma ficha corrida digna da boca do lixo. Protagonizou bravatas como seu embate com Janaina Paschoal, em que acusou uma renomada jurista de ter recebido R$ 45 mil do PSDB pelo parecer que embasou o impeachment de Dilma Rousseff. Ainda rebaixou Janaina, já que qualquer advogado com sua formação e experiência ganha honorários acima dos três dígitos. Pergunte a qualquer um dos que servem ao PT, com menos títulos acadêmicos que Janaina (que é professora da Faculdade de Direito do Largo do São Francisco), fazem fortuna defendendo corruptos. Gleisi sabe disso, mas preferiu se fazer de cínica.


A vestal de prostíbulo também tentou deslegitimar a instituição do parlamento. Afirmou que ninguém tinha moral para julgar Dilma. Não foi só rechaçada por seus colegas, como recebeu uma poderosa patada verbal do sem moral Renan Calheiros. O Cangaceiro de Murici se indignou com Gleisi, já que semanas antes ele havia se empenhado em ajudar a petista com seu marido preso na Operação Custo Brasil por roubar aposentados. Gleisi conseguiu a proeza de provocar indignação em Renan Calheiros. Reflitam o quanto alguém tem que ser sujo para realizar um feito deste quilate. 

Gleisi também tem em seu currículo passagens como o vídeo da vergonha, em que caminha ao lado de Lindbergh, Vanessa Grazziotin e Paulo Rocha comemorando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff por Waldir Maranhão. O golpe não durou um dia. Gleisi também ficou famosa por comemorar quando o Supremo Tribunal Federal transformou Jair Bolsonaro em réu pelo bate boca com Maria do Rosário. No dia seguinte seu marido foi preso. Gleisi também foi condenada a devolver R$ 2 milhões aos cofres públicos. Também foi descoberto que ela se arrastava por restaurantes, shopping centers, saguões de aeroportos e hotéis atrás de malas de propina. Quem disse foi Alberto Youssef. Na delação da Odebrecht, aparece como "Coxa" (apesar de não torcer para o Coritiba, e sim para o Atlético Paranaense). Mais recentemente, Gleisi tentou usar a morte de um menino usuário de drogas no Habib's para retaliar o apoio que a rede de restaurantes deu ao impeachment de Dilma. Quando o laudo apontou o uso de drogas, Gleisi se calou. Também tentou emplacar uma greve geral das mulheres, propondo que deixassem de fazer sexo com seus maridos em protesto contra o machismo. Virou motivo de chacota. Por essas e outras, temos que concordar com Lula ao menos hoje: Gleisi é o melhor nome para presidir o PT. Em 2018, chegaremos a disputa presidencial com uma ré presidindo o maior partido da extrema-esquerda brasileira. Será muito bom concorrer com alguém nessas condições. #GleisiPresidente

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