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A expressão perdida de Gilberto Dimenstein ao ser desmascarado foi a melhor parte do final de semana


Devo aqui parabenizar o Arthur Moledo do Val pela excelente matéria que fez em um dos botecos administrados pelo jornalista Gilberto Dimenstein, proprietário do Catraca Livre. O sujeito tem dois botecos na rua Medeiros de Albuquerque, onde costuma realizar eventos regados a álcool e presunção para a pequena esquerda caviar paulistana.

Veja o vídeo:


O vídeo é sensacional pelo fato de Arthur ter flagrado Dimenstein com as calças arriadas na ilustre companhia de Leonardo Sakamoto. Melhores momentos: quando a funcionária diz que se aquilo for um boteco, o Barcaça e o São Geraldo também são botecos. Detalhe: eles se definem como tal. Outro ponto alto é quando Arthur diz para um transexual que Dimenstein é inclusivo. O sujeito não entende e manda Arthur ir para aquele lugar. Já Dimenstein se resumiu a ficar igual cachorro caído da mudança. Quando se recuperou, mal conseguia repetir clichês esquerdistas como "isso é ódio". 

Antes de saber sobre os botecos do Dimenstein, eu já havia notado certo ranço fascista na retórica do dono do Catraca Livre. Foi quando ele afirmou em sua página que movimentos de Direita não poderiam participar da vida política. Mais adiante, ele passou a fazer campanha para que João Doria não cumprisse suas promessas eleitorais. Não obstante, entrou em um duelo sanguinário contra o vereador Fernando Holiday. Começou com uma fake news que dizia que Holiday poderia ser preso por crime eleitoral (o tal crime seria um vídeo pedindo votos no dia da eleição, o que é permitido pela lei eleitoral). Depois o jornalista foi baixando o nível, até se rastejar na lama. 

O que nós vimos de Dimenstein não foi uma transformação, mas sim a franqueza de quem sempre foi truculento e autoritário. Os moradores da Vila Madalena que o digam. O jornalista usou sua influência para convencer o ex-prefeito Fernando Haddad  a incluir a Medeiros de Albuquerque no programa Ruas Abertas, tudo para favorecer seus botecos (quem disse foi o próprio Haddad, em sua página no Facebook). Ao jornalista botequeiro o lucro e aos moradores o purgatório. Tudo regado com dinheiro público por meio da Lei Rouanet. 

Que a Prefeitura de São Paulo tome as medidas cabíveis para acabar com esse festival de impunidade, barbárie e truculência. 

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