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A Carta Capital By Odebrecht aproveitou o dia para homenagear o ditador Mao Zedong

Em seu Twitter, a Carta Capital resolveu homenagear o ditador chinês Mao Zedong, pai da sangrenta Revolução Cultural Chinesa e responsável direto por milhões de mortes com suas medidas calculadas de genocídio por fome. Com toda a sinceridade possível, a revista financiada por dinheiro sujo da Odebrecht e por recursos de publicidade estatal destacou a seguinte frase:


Eles poderiam ter destacado o nascimento de Antero de Quental ou Monteiro Lobato (que é a razão pelo qual hoje é Dia Nacional do Livro), ou ainda o falecimento de Albert Einstein. Mas preferiram lembrar de um de seus ídolos carniceiros, que também era estuprador de garotos e garotas. Quem tiver mais curiosidade sobre o ditador pode assistir o documentário "A Grande Fome de Mao" e ler o livro "Mao, a História Desconhecida" (de John Halliday e Jung Chang). Usuários do Twitter se indignaram com a pueril menção ao ditador.





A Carta Capital costuma seguir a risca o editorial ditado pelo editor Mino Carta (o boneco de ventríloquo de Lula) e Luiz Gonzaga Beluzzo (o professor de Dilma Rousseff que quebrou o Palmeiras com métodos muito parecidos com os utilizados por sua aluna presidente para quebrar o Brasil). São partidários da tese do golpe, defensores da extrema-esquerda e supostos defensores dos Direitos Humanos. Mas quando se sentem a vontade, celebram o legado de sangue de um ditador psicopata. 

São assim os socialistas quando pensam que ninguém está olhando. Como dizia o saudoso Paulo Francis, a melhor propaganda anticomunista é deixar um comunista falar.

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