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A bolivariana Luciana na delação da Odebrecht. E agora, PSOL?


Não era para fazer postagem alguma no blog, já que é um feriado cristão. Mas após passar o dia longe da internet, sou pego de surpresa pelo Antagonista: me acertam em cheio com a menção de Luciana Genro na delação do executivo Pedro Novis.

Fui atrás de outras fontes e leio a confirmação no Valor Econômico. Luciana Genro recebeu caixa dois junto com Germano Rigotto (PMDB-RS), Yeda Crusius (PSDB-RS) e Marco Maia (PT-RS).

Não é a primeira citação que envolve parlamentares do PSOL: Leonel Brizola Neto também já havia sido mencionado.

Ao contrário do que muitos imaginam, não é o primeiro escândalo envolvendo o PSOL. O partido também tem o escândalo do SINDSPREV, quando se descobriu que a deputada estadual Janira Rocha desviou recursos do sindicato para abastecer a campanha dos deputados federais Jean Wyllys e Chico Alencar. Também se descobriu que Janira cobrava mais de 20% dos salários de seus funcionários de gabinete. Em gravações, a própria deputada aparece afirmado que os recursos eram necessários para financiar "a luta". Janira era presidente do diretório estadual do Rio. Foi investigada por uma CPI, mas nunca foi responsabilizada. Jean Wyllys e Chico Alencar também não.

Ainda ontem, Luciana Genro havia compartilhado um tweet do jornalista Glenn Greenwald sugerindo a estatização da Odebrecht como forma de resolver o problema da corrupção. A mesma solução proposta por Hugo Chavez e Nicolas Maduro, os tiranos que Luciana e Glenn tanto admiram. Ambos os radicais fingem desconhecer o fato de que a Petrobras é estatal, fato que só ajudou a implementação do plano criminoso de poder operado por Lula e Partido dos Trabalhadores (que também são de extrema-esquerda). Luciana ainda não respondeu a acusação. Ela está em Moscou, participando do  Acampamento Internacional das Juventudes.

Fico feliz de sempre repetir por aqui que não há bobo na política, que ninguém propõe medidas socialistas sem saber o que está fazendo. Isso incluí a fascista Luciana Genro, a bolivariana que recebeu dinheiro sujo via caixa dois da Odebrecht em troca de favores para a Braskem no Rio Grade do Sul. Isso incluí o PSOL, que partido das virgens de prostíbulo e dos batedores de carteira que gritam pega ladrão.


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