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Segundo petistas e linhas auxiliares, Temer não pode ser responsabilizado pelos crimes de campanha. Ele não foi eleito



Desde que o presidente Michel Temer decidiu se mudar do Palácio da Alvorada de volta para o Jaburu (o presidente disse que não se adaptou), Gleisi e outros petistas tem usado o fato para tripudiar alegando que ele se adaptou por não ter legitimidade para ocupar a residência presidencial.

Da mesma forma, andam falando por aí que a reforma da previdência e a PEC 55/241 não poderiam ser sancionadas pelo fato de serem programas que não passaram no crivo das urnas em 2014. As redes da extrema-esquerda andam compartilhando muito a participação do economista economista Guilherme Santos Melo, que usou sua participação no programa Entre Aspas (da Globonews) para chamar Temer de ilegítimo.






Partindo deste princípio, fica claro que Temer não teve voto, que foi eleito apenas para o cargo de vice, que quem foi eleito pelos brasileiros foi Dilma Rousseff. Há até uma anedota que os radicais andaram espalhando para explicar a situação: imagine que você compra um ingresso para assistir os Rolling Stones, e vem os Titãs na abertura. Veja bem: você está lá pelos Rolling Stones, o Titãs é um acessório cuja função é apenas fazer a abertura, não ocupar o lugar de atração principal. 

A essa altura do campeonato, o leitor deve estar meio p*&T% da vida por ouvir estes argumentos desde que o vice rompeu com Dilma. Para nós, não faz sentido algum. É um embuste, uma farsa, uma pantomima, uma patuscada (a CBM me viciou em repetir o Collor nestas ocasiões, preciso me controlar). Só quem deve torcer por esta tese agora é o próprio Temer, chamado por tantos de ilegítimo e golpista. Se ele não foi eleito, então não foi responsável pela campanha. Desta forma, não cairão sobre ele as responsabilidades sobre o propinoduto que abasteceu a chapa vitoriosa em 2014. Quem foi eleito foi Dilma, Temer foi eleito para o show de abertura. Neste exato momento, o ex-vice decorativo deve estar esfregando as mãos, desejando que a população compre a versão da extrema-esquerda, que tenta desde 2015 fingir que ele não foi eleito junto com Dilma com a função de ser seu "backup" no cargo. Os radicais já perceberam isso, tanto que estão querendo imitar o Fábio de Tropa de Elite:


Para os petistas e linhas auxiliares, fica o recado: vocês fizeram a cama, agora se deitem nela. 

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