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Segundo a lógica de Gleisi Hoffmann, PT não pode criticar a reforma da Previdência por dever R$ 9 milhões ao INSS


Na briga entre os deputados Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Arthur Maia (SD-BA), houve uma tentativa por parte do petista de fomentar a narrativa de que o rombo na previdência é culpa do empresariado. Chegou a chamar Maia de caloteiro, por uma dívida de R$ 150 mil em nome do posto de gasolina do parlamentar. Maia rebateu lembrando que sua empresa está adimplente no INSS, já que a dívida foi negociada e parcelada. Está lá no Estado de Minas
Levantei aqui que o PT tem R$ 10 milhões de dívida em aberto com o INSS. Não só o PT, não, vários partidos, o PT entre eles", afirmou, durante audiência pública sobre a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. 
Seguindo a lógica da senadora Gleisi Hoffmann naquele barraco em uma das sessões do impeachment, fica a pergunta: que moral o PT tem para atacar o empresariado se deve R$ 9 milhões para a Previdência? Aliás, isso reforça a tese de que o partido pratica estelionato intelectual ao tratar da questão da reforma da previdência. Se o partido realmente acredita que o rombo da previdência se resolve apenas com a cobrança dos devedores, por que seus dirigentes não pagam a dívida? 

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