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Se Goldman quiser mesmo parar Doria, terá que fazer elogios públicos ao prefeito dizendo o quanto ele representa o partido



Ex-militante comunista, o tucano Alberto Goldman resolveu se insurgir contra o prefeito João Doria mais uma vez. A primeira foi quando João imitou o Bruxo dando vários dribles no velho tucanato, levando de prêmio a candidatura para prefeito de São Paulo nas prévias do PSDB. Alberto, que parece ficar mais ressentido com o avanço da idade, agora quer revanche. Diante das possibilidades (ainda distantes) de Doria ser o candidato tucano ao Planalto em 2018, o velho comunista já inflou os pulmões para gritar que o prefeito “Não tem o perfil da história política do PSDB”. 

Olha, devemos concordar com Goldman. Doria não tem nada daquele perfil tucano que se comporta como capacho do Partido dos Trabalhadores, sempre fazendo as mais vergonhosas concessões aos extremistas da esquerda. Como não lembrar de Fernando Henrique Cardoso e outros emplumados abrindo mão de pedir o impeachment de Lula por conta do episódio do mensalão? Goldman, como sempre, estava do lado errado da história. 

Agora ele diz que o prefeito ainda não fez nada de relevante desde que assumiu o cargo. “Quem mais trabalhou até aqui foi sua equipe de marketing", disse o ressentido comuna. A amargura do derrotado é tamanha que ele se permite até a fazer ironias de teor homofóbico (aquelas que ele diz condenar em público).  Sugeriu que Doria perdeu a chance de sair fantasiado de odalisca no Carnaval. “Seria mais um motivo para aparecer nos jornais porque resultado (gestão) mesmo não há nenhum.” 

Não há nenhuma realização para Goldman, um comuna envergonhado e ressentido, um invejoso que preferia perder a eleição do que ver sua panela de velhos fabianos fora do poder. Ou alguém acha que Andrea Matarazzo teria vencido a disputa? Jamais. Doria venceu justamente por não corresponder ao perfil passivo e masoquista que caracteriza a velha guarda tucana. É bom lembrar que o mesmo Goldman afirmou nas vésperas da eleição, que Doria era "uma desgraça para o PSDB", repetindo uma nota venenosa emitida pelo Antagonista em um momento de fraqueza (disseram que Doria era uma "desgraça" para São Paulo). Os eleitores beneficiados até o momento discordam. Na prática, Goldman só conseguiu deixar ainda mais em evidência a imagem de um prefeito que foi eleito por méritos pessoais, e não por força partidária (um partido que também anda em decadência). Se Goldman quer mesmo parar Doria, o melhor é fazer elogios públicos. As pessoas verão que há algo errado e deixarão de apoiar o prefeito. 

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