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Sob influência do PSOL, o colégio Pedro II comemorou a Revolução Cultural Chinesa. Não há prova maior de monstruosidade moral


No final de semana, vi o documentário "A Grande Fome de Mao". Trata do período pós-Revolução Comunista, em que o ditador impôs uma série de reformas que culminaram no genocídio de mais de 30 milhões de pessoas por fome. Tudo de forma planejada para dar estes resultados, como se vê no documentário.

O documentário completo pode ser visto aqui. O vídeo é do canal Porco Capitalista.



O que é mais indigesto que o absurdo genocídio mostrado por este documentário é saber da existência de monstros morais que condescendem com este tipo de coisa. Gente que deseja esse tipo de experiência em escala global. Como o PSOL do Rio de Janeiro, que controlava um núcleo clandestino no Colégio Dom Pedro II. Pois foi sob influência do partido que o colégio federal organizou um ato comemorando a Revolução Cultural Chinesa, aquela que não passou de um instrumento de Mao para promover expurgos dentro do partido.

O PSOL do Rio tem em Tarcísio Motta, Marcelo Freixo, Jean Wyllys e Chico Alencar suas figuras mais expressivas. É o partido do sujeito que beijou a mão do Aécio e do que cuspiu em um colega dentro do Congresso. É o partido que assaltou o Sindsprev-RJ com a deputada estadual Janira Rocha. Quando se chama o PSOL de extrema-esquerda, não é por simples rotulação. Se eles acreditam que um psicopata como Mao é digno de honras e comemorações em colégios, significa que seus membros têm em mente algo muito próximo dessa barbárie para o Brasil. Não é por falta de conhecimento sobre a eficácia do socialismo, mas sim por terem pleno conhecimento de que o socialismo é a via perfeita para a miséria e autoritarismo.


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