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Para omitir crimes de Dilma, Monica Bergamo chama brasileiro de otário


Em sua coluna na Folha, Mônica Bergamo escreveu o seguinte absurdo:

MÔNICA BERGAMO

Ministros do TSE sinalizam que não há elementos para tornar Dilma inelegível

Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) têm dado sinais de que os dados disponíveis até agora no processo que investiga abuso de poder pela chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer, em 2014, não obrigam a corte a declarar a inelegibilidade da ex-presidente. Já a situação de Temer seria mais delicada.
BEM LONGEPor esse raciocínio, basta a comprovação da existência de caixa dois em uma campanha para o eleito ser cassado do mandato que ocupa. Como Dilma já foi afastada, só Temer poderia sofrer a pena. Daí a defesa que os apoiadores do presidente fazem de que as contas da campanha eram separadas e assim devem ser julgadas.DIRETOJá a condenação à inelegibilidade, que pode afetar Dilma, só poderia ocorrer caso se comprovasse que ela tinha conhecimento do caixa dois na época da campanha. Nenhum delator afirmou até agora que Dilma participou de tratativas de contribuições ilegais à campanha.DATA VENIAEssa tese, à qual o ministro Herman Benjamin, relator do processo, dá sinais de que pode se associar, não é unânime no tribunal.


Como assim, dificuldades?

A menos que a suposta fonte de Monica Bergamo estivesse sob efeito de álcool ou drogas no momento em que falava com a jornalista, não há motivo algum para dar crédito a tal absurdo. Veja bem: essa “informação” vem uma semana após Marcelo Odebrecht ter declarado ao mesmo Tribunal Superior Eleitoral citado por Monica que deu R$ 150 milhões para Dilma Rousseff na campanha de 2016 a pedido da própria petista. Vale lembrar: a Folha se recusou a noticiar o fato. 

A palavra de Marcelo Odebrecht não vale muito? É verdade. Tanto quanto a de Dilma, que declarou não conhecer o empreiteiro após ter se encontrado com ele mais de cem vezes (entre encontros secretos para tramar crimes e encontros públicos documentados, como uma viagem a Cuba). 
Fica difícil acreditar que o TSE encontre “dificuldades” em encontrar elementos para tornar Dilma inelegível considerando que além de denunciar seu envolvimento no esquema, o chefão da Odebrecht ainda afirmou que os interlocutores do governo com a empreiteira foram designados por Dilma. . O mais fácil de acreditar é que mais uma vez, a Folha mobilizou um de seus jagunços para fazer o brasileiro de otário espalhando falsa informação.  

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