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A extrema-esquerda se irritou muito com o trailer do filme "Real: o plano por trás da história"


O trailer promocional de "Real: o plano por trás da história" despertou na extrema-esquerda os mais primitivos sentimentos. A economista do PSOL Laura Carvalho chiou. Afinal de contas, ela era muito pequena na época para reclamar do plano. Já a Cynara Menezes partiu para o deboche. A Socialista Morena já tinha idade para se manifestar, e provavelmente viu sua derrota sacramentada pelo sucesso do plano. Alguns dizem que a irritação se deu por conta da frase atribuída ao economista Gustavo Franco, que teria dito: "Eu não me formei em primeiro lugar da turma para ficar anos corrigindo prova de aluno comunista". "Não é só apenas isso", como diria Seu Creysson.

O sucesso do Plano Real foi contundente, estabilizou um país que viveu uma inflação de 1.037,6%. Para quem tem menos de vinte anos, isso é surreal. Para os que tem mais de trinta, foi uma realidade espinhosa. Que a extrema-esquerda sempre atacou, pregando a gastança pública e a manutenção do estado paquidérmico como saída. Não faz muito tempo, a deputada comunista Alice Portugal afirmou em uma comissão da Câmara que o único feito de Fernando Henrique Cardoso na época foi ter "esmagado várias moedas de Cruzeiro em uma única moeda". 


Olhando assim, fica claro o que se passa com a extrema-esquerda. No passado, eles atacaram o Plano Real e as privatizações. Promoveram protestos violentos, greves e tumultos. Tentaram paralisar o Congresso. As medidas não só funcionaram, como também se tornaram exemplos históricos de medidas arrojadas em prol do país. Se os críticos fossem apenas ingênuos mal informados, teriam reconhecido o erro nos dias de hoje. A virulência nas críticas ao filme que diz o óbvio, que o plano funcionou, mostra que a solução da inflação não era a pauta da extrema-esquerda. A pauta era o poder, que deve ser obtido de qualquer forma. Se custar o sangue do povo, isso é um detalhe. 

Hoje, a pauta é a Reforma da Previdência. Mais uma vez, a extrema-esquerda coloca seu bloco na rua contra uma medida acertada. Mais uma vez, parte da Direita se acovarda e se omite do debate por temer a controvérsia. Outra parte se perde em abstrações, enquanto outros preferem fazer papel de corno achando que a extrema-esquerda está apenas "desinformada" sobre o rombo da previdência. Não é disso que se trata. Eles sabem que o sistema de pirâmide vigente é deficitário, mas irão persistir em suas estratégias fraudulentas porque para eles o lance é vender o sonho suíço com soluções bolivarianas. Algo como curar diabetes com bombas de chocolate. O fato de estarem irritados com a admissão de que o Real deu certo em pleno 2017 dá a dimensão do quanto eles estão se lixando para o trabalhador brasileiro. A única coisa diferente, é que daqui a vinte anos ninguém contará sobre o sucesso da reforma da previdência. Afinal de contas, poucos ousaram desafiar a extrema-esquerda para defender o óbvio.


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