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O Sul Connection desmascarou Dimenstein, o Botequeiro louco da Vila Madalena

Catraca Livre/Reprodução

Gilberto Dimenstein não para. Após incontáveis ataques direcionados ao vereador Fernando Holiday (incluindo notícias falsas como uma possível prisão por crime eleitoral), o jornalista do Catraca Livre passou a dedicar sua existência a postagens eivadas de ódio e histeria. Mas o que aconteceu?

A saraivada de Dimenstein tem a ver com seus empreendimentos na Vila Madalena. O dono do Catraca Livre não gostou de ter sido desmascarado por Fernando Holiday sobre dois estabelecimentos que ele mantém na rua Medeiros de Albuquerque a revelia dos moradores. O jornalista usou sua proximidade com o prefeito Fernando Haddad para influenciar a implantação do programa Ruas Abertas justamente no endereço onde ele mantém seus dois botecos. Dimenstein partiu para cima de Holiday e do MBL, chegando a divulgar a notícia falsa de que o vereador havia praticado caixa dois. 

Dimenstein nega ser dono de boteco - alega que seus estabelecimentos "Choque Cultural" e "Armazém da Cidade" são projetos culturais. Mas que servem bebidas alcoólicas, conforme consta na própria página do Catraca Livre. Ele também negou ter sido beneficiado pela gestão petista. Mas vejam só: o Sul Connection postou uma informação muito interessante: o próprio Fernando Haddad admitiu o fato em sua página pessoal. 

Diz o Sul Connection
Durante este período, de acordo com publicações de moradores da Vila Madalena nas redes sociais, foram inúmeras as reclamações da vizinhança contra o programa naquele local; a rua seria inapropriada para atividades com enorme fluxo de pessoas e só teria sido escolhida para beneficiar os estabelecimentos ligados ao blog: a região, além de ser uma zona predominantemente residencial, seria foco de alagamentos recorrentes. Em contrapartida à escolha, o Catraca Livre foi um dos maiores portais a apoiar abertamente a reeleição de Fernando Haddad, inclusive divulgando inúmeras notícias positivas sobre sua gestão durante todo o mandato. 
A declaração surge em um momento em que Fernando Holiday — vereador paulistano e coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL) — denuncia irregularidades e abusos nos eventos e escolha do local. De acordo com a lei, caso a escolha seja comprovadamente para beneficiar estabelecimentos comerciais sob influência de interesses privados, o petista poderia ser acusado de improbidade administrativa e, caso condenado, ficaria inelegível de 5 a 8 anos. 
Nas últimas semanas, além da defesa aberta do ex-prefeito, surgiram matérias positivas no Estadão e na TV Globo, sugerindo uma ofensiva do influente Gilberto Dimenstein, dono do Catraca Livre, para defender a manutenção do programa na rua de seus estabelecimentos. A gestão Doria, ciente dos problemas, irregularidades e reclamações, sinaliza alterar o local onde ocorre o “Ruas Abertas”, na Vila Madalena. A medida prejudicaria as atividades comerciais do Catraca Livre na região e conta com resistência de grupos alinhados ao petismo paulistano.

Haddad confirma:



Será que foi essa a razão do jornalista/botequeiro louco ter ficado tão irritado com a notícia de que João Doria iria rever o plano diretor da cidade, levando o proprietário do Catraca Livre a fazer aquela campanha toda contra o prefeito? Será que este "grande humanista" e gênio da raça estava o tempo todo legislando em causa própria? Os fatos falam por si.  


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