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O oportunismo rebaixou Ciro: de coronel para simples jagunço de Lula


Ciro Gomes ameaçou receber "a turma de Sérgio Moro na bala", caso o juiz da Operação Lava Jato ordenasse sua prisão. Depois Ciro simulou um recuo, pretendendo colar a imagem de que estava apenas indignado com a atuação da Polícia Federal. Quis passar melado na boca do grande público, já que não retirou nada do que disse. 

É impressionante como o sujeito se porta como se estivesse na boca do lixo. Seu séquito de seguidores agem da mesma forma, exaltando no coronel tudo que a extrema-esquerda diz atacar em Jair Bolsonaro. Verdade seja dita, Bolsonaro é até dócil se comparado a Ciro. Bolsonaro fala algumas bobagens por falta de cálculo. Ciro faz para fazer cara de mau, para assustar seus adversários. Também para matar sua patuleia de tesão. Certamente os fascistas que pedem mais amor foram acometidos de incontroláveis  orgasmos quando o coroné falou em atirar na "turma de Moro". Igual quando ele atacou manifestantes ingênuos que protestavam na porta de se prédio, aos gritos de "Viado" e "bruxa". Certamente eles estarão emporcalhando os comentários no Facebook, defendendo seu macho. Faz parte. 

Já comentei aqui, Ciro é um sujeito muito hábil. Dos políticos brasileiros, de longe é um dos mais inteligentes e articulados. Está na genética, já que sua família manda em Sobral desde 1890. Assim como seus antepassados, Ciro vai costurando alianças e mudando de lado de acordo com as conveniências. De ministro de Itamar Franco e Lula, nunca se constrangeu em atravessar a rua para participar de novos conchavos. Agora com Lula, não é diferente. O próprio Ciro já confessou que seu papel na eleição é servir de alternativa a Lula. 

O porém disso tudo é que ao se colocar como plano B do petismo, Ciro se rebaixou. Virou apenas um leão de chácara da organização criminosa que governou o país por treze anos. Ciro rosna, ameaça, e vocifera, mas não percebeu que seu oportunismo o reduziu a mero faz tudo, um coadjuvante que bem pode ser descartado caso perca a serventia. O que Ciro não percebeu é que sua ambição presidencial o rebaixou, foi de coronel a simples jagunço.

Ciro Gomes tem uma retórica impecável, além de seu pensamento sagaz. Mas é um ser truculento, filhote do cruzamento incestuoso do fisiologismo e populismo getulista. É uma quimera apocalíptica. Ciro só se tornará presidente em dois casos: se tivermos democratas omissos ou uma maioria suicida. 


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