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O fato da extrema-esquerda ter que organizar uma caravana para apoiar Lula em Curitiba é um atestado de decadência



Segundo notícias de portais diversos (entre eles Gazeta do Povo, Brasil 247, UOL e Paraná Portal), grupos de extrema-esquerda se mobilizam para levar ao menos 50 mil pessoas para Curitiba no próximo dia 20. É quando Lula ficará frente a frente com o juiz Sérgio Moro. Querem garantir apoio ao penta-réu.

Sinal de decadência. O fato da CUT e cúmplices terem que organizar caravanas em apoio a Lula demonstra ao mesmo tempo desespero e decadência. Um líder popular sendo vítima de injustiças não precisa de pelegos convocados em romaria para prestar solidariedade. O povo vai até ele, sem convocação. 

Assim como aconteceu com o historiador e comentarista político Marco Antonio Villa. Ano passado, ele compareceu ao Fórum da Barra Funda para a audiência do processo movido por Lula contra ele (Villa chamou Lula de chefe de quadrilha. Chamou pedra de pedra). Na audiência, pouco mais de uma centena de pessoas apareceram no Fórum para prestar solidariedade ao professor. Villa não convocou ninguém, nem contou com caravanas a seu favor. Na hora certa, ele pode contar com os livres de espírito. Coisa bonita de se ver. 

Não é o caso de Lula, que se fosse macho aguardaria a manifestação espontânea do povo. 

Essa pantomima desesperada lembra uma piada de tio que meu pai gosta de repetir. É sobre o caipira que foi pescar levando dois embrulhos misteriosos. Questionado pela esposa sobre o conteúdo, respondeu que um dos pacotes continha uma cachaça. O local onde iriam pescar era perigoso e afastado, precisariam de cachaça para esterilizar uma eventual picada de cobra e outro tanto para beber, para aliviar a dor. Já o outro embrulho continha uma cobra. Para o caso de não ter nenhuma por lá. 

Bom, é compreensível. Depois da tragédia de Angra dos Reis, quando Lula teve que falar para menos de uma centena de pelegos. O encantador de burros já não seduz como antigamente. 

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