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O beija-mão de Chico Alencar em Aécio: quando “golpistas” e “golpeados” se beijam



Hoje não se falou em outra coisa: o assunto do dia foi o beija-mão de Chico Alencar em Aécio Neves, na festa do jornalista Ricardo Noblat. Temer estava presente, até fez referências gentis ao deputado de extrema-esquerda. Aécio, por sua vez, afirmou que não se pode permitir que um aventureiro se torne presidente a república em 2018. “Temos que salvar a política”. Ao que parece, essa é a suruba da qual Romero Jucá falava. 

Quando a notícia veio a público, Brasil 247, Pragmatismo Político e Diário do Centro do Mundo rosnaram para Chico Alencar. Não pelo fato de ter dito aquelas coisas e ser um notório hipócrita, mas sim por enterrar mais uma narrativa da extrema-esquerda. Como assim, fazer isso em público? Foi feio mesmo, vamos admitir. Desde 2015 a extrema-esquerda acusa MBL, Vem Pra Rua e demais movimentos de serem fantoches do PSDB (principalmente Aécio, tido como mentor do impeachment). Mas quem beija a mão do tucano são os psolistas. 

O ridículo do beija-mão de Chico Alencar em Aécio Neves parece não ter fim. Diante da repercussão com a história, o psolista afirmou: “Foi ironia”. De fato, devo concordar com ele. É muito irônico que a extrema-esquerda grite publicamente que é contra “o golpe e o avanço do conservadorismo”, enquanto beija a mão de tucanos nos bastidores alegando que “é favorável a certos continuísmos”. Sim, a extrema-esquerda gosta de certos continuísmos... Quer o continuísmo do estado paquidérmico, do fisiologismo, da promiscuidade entre políticos e corporações. Como já foi dito aqui neste blog, a extrema-esquerda se move pelo continuísmo de tudo o que não presta no Estado, pois é dali que ela tira as forças para se nutrir. 

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