Ads Top

Haddad não prometeu abandonar a vida pública se perdesse as eleições? Então o que fazia no palanque de Lula?


No dia 1 de Outubro de 2016, o Estado de São Paulo publicou uma matéria sobre o calvário de Fernando Haddad. O petista que venceu José Serra por meio de uma campanha stalinista que o vendia como "Um Homem Novo para um Novo Tempo" agora era um ser abatido, patético e blasé. Depois de três anos e pouco como prefeito, a cidade experimentou uma desolação pior do que nos anos de Luiza Erundina e Marta Suplicy. O detalhe é que até então, estas haviam sido consideradas as piores administrações da história. E Haddad conseguiu superar o que já era péssimo. 

No texto do Estadão, havia uma confidência do ciclofascista: "Se perder, deixo a vida pública". Naquela altura, o Partido dos Trabalhadores sabia que seria rechaçado nas urnas. Eles sabiam inclusive que a narrativa do golpe era mentira, que o povo iria para as urnas com nojo da sigla. Para enganar, até esconderam a estrela e o vermelho. Só conseguiram tornar tudo mais patético. No caso de Haddad, a convicção no golpe era tamanha que ele até manteve uma filha de Michel Temer como secretária municipal. Luciana Temer só deixou o cargo quando as eleições chegaram.


A prova do crime


Enfim. O caso aqui é que o derrotado Haddad havia prometido sair da vida pública. Ocorre que no dia de ontem ele esteve na Paraíba naquele palanque financiado com recursos públicos pelo governador canalha da Paraíba, o sádico Ricardo Coutinho. No palco, estavam os criminosos Gleisi Hoffmann, Dilma Rousseff e Lindbergh Farias. Junto com o penta réu Lula. Pouco depois, a notícia foi de que Haddad havia se atrasado para um encontro do conselho de ex-prefeitos de São Paulo, grupo criado por João Doria. Aliás, só compareceram Gilberto Kassab e Paulo Maluf. Haddad ligou avisando que perdeu a hora por conta da ópera bufa protagonizada por Lula e seu lacaio governador no sertão da Paraíba.

Mas Haddad não iria abandonar a vida pública? Corre por aí que ele seria a alternativa petista no caso da concretização da prisão de Lula. A chapa seria Ciro Gomes presidente, Haddad vice. Talvez por isso o prefeito mais mal avaliado da história de São Paulo tenha sido visto com tanta frequência ao lado daquele chefe de quadrilha. Pelo visto, não ensinaram ao Jaiminho que promessa é dívida.



Tecnologia do Blogger.