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As mulheres que trabalham não aderiram a greve geral feminista


Apesar de certo transtorno, a tal greve geral convocada pelas feministas mundo afora não empolgou. Nas maiores concentrações, o número não passou de 50 mil. Mesmo entre as que nutrem simpatia pelas opções deformadas de justiçamento social, não houve grande adesão. Aqui no Brasil, a petista Gleisi Hoffmann chegou a pedir um bloqueio tão restritivo que incluía até mesmo a greve sexual. Antes mesmo de chegar ao fim do dia, Gleisi havia furado sua própria greve ao comparecer na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Desde 2015 o mundo vive a chamada “primavera feminista”, movimento midiático e artificial fomentado por justiceiros sociais, partidos de extrema-esquerda e a veículos de imprensa que simulam uma retomada na pauta de igualdade após as mulheres ocidentais terem conquistado tudo o que era possível em termos de direitos assegurados pela legislação. Quem não conquistou nada foram as mulheres do oriente, aquelas que vivem sob os regimes da sharia. Mas não há que se falar em opressão, visto que as feministas daqui defendem estes regimes com unhas e dentes.

Quando se trata dessa nova onda do feminismo, é preciso deixar claro o que está em jogo. Essas mulheres não reivindicam direitos, mas sim privilégios específicos e o recrudescimento do fascismo cultural. Tanto que simulam uma adesão popular que simplesmente não possuem. Observem que nas próximas horas, essas senhoras dirão que a greve geral internacional foi um sucesso. Dirão que as mulheres despertaram para o feminismo. Mentira. Quem despertou para estes eventos foram as militantes de extrema-esquerda que podem dispor de um dia para participar dessa ópera bufa. Foram as mulheres e classe média alta, filhas de grandes capitalistas, as que são financiadas por ONGs internacionais. Ao redor do mundo, as mulheres que de fato exercem seus direitos e lutam por igualdade se portaram da maneira mais efetiva possível, cuidando das próprias vidas.

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