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Ao sugerir "greve de sexo e atividades domésticas", Gleisi sugere que mulheres são meros objetos sexuais

Sim, tenho pleno conhecimento de que a senadora criminosa Gleisi Hoffmann é uma sociopata corrupta. O que não sabia é que tinha um pensamento tão machista por trás daquela fachada de "luta pelas mulheres". Afinal de contas, o que se pode pensar de alguém que sugere que o Oito de Março seja marcado por "greve de todo o trabalho doméstico, inclusive abstenção sexual". 


Não ficou claro o que Gleisi quis dizer com isso. Por isso fui consultar o dicionário, na tentativa de sanar a dúvida sobre o caráter machista da fala de Gleisi. Na Infopédia, encontrei a seguinte definição:

greve
gre.ve
ˈɡrɛv(ə)
nome feminino
interrupção voluntária e coletiva do trabalho por parte de assalariados com objetivo, em geral, de reivindicar aumento de salários e melhores condições de trabalho
greve de fome
recusa em ingerir alimentos como forma de protesto contra algo
Do francês grève, «idem»

Ora, se greve é a "interrupção voluntária e coletiva do trabalho por parte de assalariados com o objetivo, em geral, de reivindicar aumento de salários e melhores condições de trabalho", então Gleisi está afirmando que sexo e afazeres domésticos são obrigações de mulheres assalariadas? Se tal absurdo viesse de Jair Bolsonaro, tenho certeza que as mesmas feministas que se unem a Gleisi estariam com o bloco na rua pedindo a cassação do parlamentar. 

Já que estamos falando de "interrupções voluntárias", a melhor sugestão para Gleisi é que aproveite o Oito de Março para um dia de greve em suas atividades habituais. Experimente ficar 24 horas sem mentir, sem roubar, sem conspirar, sem se meter em conchavos e sem despejar seu chorume ideológico nos microfones do Senado. Tenho certeza que será um dia melhor para toda a sociedade brasileira. 

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