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Agora as bizarrices do Colégio D. Pedro II tem nome: Partido do Socialismo e "Liberdade"



A coisa de dois ou três anos, o tradicional Colégio D. Pedro II tem sido palco de uma infinidade de bizarrices. Desde as mais inocentes, como meninos de saia até outras muito graves como ocultação de estupros e comemoração da Revolução Cultural Chinesa, conduzida com mão de ferro pelo carniceiro Mao Zedong. Entre uma atrocidade e outra, o colégio contava com palestras de militantes de extrema-esquerda, atos contra "o golpe" (que é o modo estelionatário de se referir ao impeachment). Enquanto o Brasil se escandalizava com tantos absurdos, muitos se perguntavam sobre o que estava acontecendo com o mais tradicional colégio brasileiro. Hoje o Ministério Público Federal revelou de quem é a mão que balança o berço: trata-se do PSOL.

Na ação civil pública aberta contra o partido, o MPF denuncia a apropriação indevida da escola pelo partido. Desta vez o PSOL não se contentou com a tradicional doutrinação por meio das distorções históricas na sala de aula. Operando um verdadeiro sequestro da instituição, o PSOL inaugurou um núcleo ilegal dentro da escola. Na ação, o procurador Fábio Aragão ressalta que a criação do núcleo foi comemorada nas redes sociais pela professora Magda Medeiros Furtado. 


O SINDSCOPE é o Sindicado dos Servidores do Colégio Pedro II. A entidade foi indiciada pelo MPF junto com  Oscar Halac (reitor da unidade São Cristóvão), dois servidores, além de quatro professores (incluindo Magda e o vereador Tarcísio Motta). 


Não causa espanto saber da relação do PSOL com a apropriação ilegal de uma instituição pública. Também não causa espanto ver que o PSOL usou a instituição para fazer propaganda para Tarcísio Motta e Marcelo Freixo. São golpistas, servos do totalitarismo e ideólogos da barbárie. Não por acaso, são arqui-inimigos do projeto Escola Sem Partido, que certamente iria reforçar os obstáculos legais ao proselitismo e ao assalto do ensino por parte destes canalhas. 

Por se tratar de uma versão do PT para DCE, o PSOL se permite a experimentos fascistas ainda mais ousados que sua matriz partidária. Enquanto o PT usa do cinismo e da dissimulação, o PSOL ousa aumentar os ataques contra a democracia e estado de Direito. Se permitem até a operar células partidárias ilegais dentro de colégio. Daí lembramos da fala da procuradora Deborah Duprat, para quem a criança não pertence a família e sim ao Estado. Há uma lógica nefasta aqui, que se assemelha ao lebensborn nazista: a criança não será educada por sua família, mas sim por monstros morais como os que tomaram de assalto o Colégio D. Pedro II. É assim que a extrema-esquerda pretende formar sus fileiras. 

Não basta apenas apontar este tipo de ilegalidade, temos que ser veementes na defesa da democracia. Doutrinar crianças é um dos aspectos mais torpes do totalitarismo, coisa de pedófilos intelectuais que desejam se aproveitar da ingenuidade de crianças e adolescentes. Não há como relatividades algo tão grave. Depois deste episódio, qualquer um que ousar dizer que o Escola Sem Partido não faz sentido merece ser colocado na vala comum dos cúmplices do fascismo pregado pelo PSOL. 
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