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A chanceler da ditadura venezuelana acha que o Brasil é uma "vergonha mundial"



A chanceler venezuelana Delcy Rodriguez resolveu virar sua metralhadora giratória para o Brasil. “Hoje devemos dizer que o Brasil, lamentavelmente, é uma vergonha mundial. Desde que deram esse golpe de Estado em Dilma Rousseff, todos os dias seus políticos são envolvidos em um escândalo”, disse a lacaia do carniceiro Maduro ao jornal El Nacional. 

Delcy Rodriguez é uma das figuras mais infelizes, sórdidas e lamentáveis da política latino-americana, talvez pelo incomodo causado por sua aparência física (que reflete com perfeição a sua deformidade moral). Misto de bugio e Quasímodo, Delcy é famosa por desfilar sua ignorância e truculência nas comissões de trabalho do Mercosul. Longe de agregar qualquer valor ao debate, Delcy consegue emporcalhar ainda mais a combalida diplomacia continental. 

Um dos maiores vexames protagonizados pela chanceler foi tentar entrar a força em uma reunião do Mercosul em que se decidia a suspensão da Venezuela do bloco. Por não ter sido convidada para a Cúpula em Buenos Aires, Delcy levou um caixote e caixas de som para o lado de fora, de onde ficou gritando que a Argentina estava aplicando um "golpe" na Venezuela ao assumir a presidência do bloco no lugar da narcoditadura bolivariana. 

Houve um outro episódio em que ela acusou Maurício Macri de ser colaborador da ditadura argentina, omitindo o fato de que Macri tinha apenas seis anos quando se deu o golpe de 1966. Enquanto a ministra bolivariana vociferava, Macri a observava em silencioso desprezo. Aos jornalistas, o presidente afirmou que aqueles absurdos sequer mereciam resposta.

É desnecessário lembrar a chanceler dos milhares de venezuelanos invadindo o norte do Brasil em busca de sobrevivência, das filas, do racionamento, do desabastecimento, dos saques, dos estupros generalizados, dos cidadãos revirando o lixo e disputando comida com cães, dos doentes usando remédios veterinários por falta de medicamentos próprios, dos animais morrendo nos zoológico por falta de comida e da corrupção generalizada no governo. Já que ela tocou no assunto, poderíamos citar os enteados do ditador Maduro, que estão presos nos Estados Unidos por tráfico internacional de drogas. Mas sabemos que é perda de tempo, já que para uma canalha como Delcy, a barbárie é padrão. Ela só fica indignada quando vê o mínimo de democracia, lei e ordem em vigência, como é o caso do Brasil. 

Delcy representa como poucos a incongruência e monstruosidade de uma ideologia nefasta, sanguinária e fascista. Sociopata, ela acredita que irá ser sempre bem-sucedida em seus estelionatos retóricos e em seus chiliques públicos. Mas a realidade é inegável. Quando Delcy afirmou que o Brasil era uma vergonha mundial, provavelmente ela deve ter falado daquela figura macabra que ela viu quando se olhou no espelho. 

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