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Villa não cometeu crime quando afirmou que Lula era chefe de quadrilha. Agora quem disse foi a Justiça



Tardiamente escrevo sobre o processo que Lula perdeu na Justiça. O infame Luís Inácio processou o historiador e comentarista político Marco Antonio Villa por ter sido chamado de "chefe de quadrilha". O petista não gostou, e processou Villa. O Implicante resumiu o caso:
Lula tomou uma atitude drástica e acionou na Justiça várias das vozes que mais lhe faziam críticas. Algumas chegaram a ser alvo de queixa-crime por parte do ex-presidente. Foi o caso de Marco Antonio Villa, acusado de usar o primeiro bloco do Jornal da Cultura para “enxovalhar a reputação, a boa imagem e a honra do ex-presidente, fazendo afirmações mentirosas sobre sua trajetória política, conduta e identidade“.
Mas saiu a decisão de Eliana Cassales Tosi e Lula perdeu. Segundo a juíza da 30.ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda, em São Paulo, o fato narrado “evidentemente não constitui crime“.
Não constitui crime porque é verdade, e é o mesmo entendimento da equipe do Ministério Público Federal que compõe a força-tarefa da Operação Lava Jato. Lula não é considerado criminoso só no Brasil, mas também em Portugal (pesquisem o esquema da Portugal Telecom, envolvendo o primeiro-ministro Socialista José Sócrates e a filha do ditador de Angola Isabel Santos, a mulher mais rica da África).

Lula é chefe de uma organização criminosa que elaborou um complexo plano criminoso de poder para solapar a democracia brasileira e latino-americana, como foi revelado pela Lava Jato. Vários agentes que agiram sob seu comando estão presos, enquanto o próprio é penta-réu na Justiça. Seria mesmo um absurdo que a Justiça estuprasse os Direitos Humanos (que estabelecem a liberdade de expressão) ao condenar Villa apenas para manter o disfarce de um notório criminoso. Felizmente nem todos os juízes são como os do STF.
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