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O Espírito Santo está do jeito que o Freixo gosta



O caos tomou conta do estado do Espírito Santo após a Polícia Militar começar um movimento grevista ilegal para pressionar o governador Paulo Hartung a aumentar os salários da corporação. A falta de policiamento entregou o estado e seus cidadãos nas mãos dos criminosos, que estão promovendo uma performance que lembra as investidas do cangaço contra as cidades do Nordeste por volta do século passado. Em verdade, as investidas dos criminosos de hoje são até piores que as do passado, já que hoje contam também com o apoio de setores da sociedade que comungam da barbárie. 

Mas temos que lembrar de quem defendem a restrição do policiamento, e de quem tenta criminalizar o trabalho da PM e da Segurança Pública. Gente como o auto declarado humanista Marcelo Freixo, famoso pela defesa que faz dos criminosos como se fossem vítimas da sociedade. Ele e seu partido, o PSOL, apóiam uma espécie de anistia aos criminosos por supostamente serem vítimas da sociedade. Foi assim que Freixo fez sua carreira política, querendo colocar algemas na polícia usando a conduta dos poucos policiais corruptos para rotular toda a corporação. Em sua campanha fracassada a Prefeitura do Rio de Janeiro, Freixo postou no Twitter o que é considerado um dos maiores absurdos de sua carreira, alegando que Segurança Pública se faz com uma "cidade iluminada". 



Bom, isso é só uma gota no oceano de barbaridades que Freixo e a extrema-esquerda defendem. O que é importante saber é que se as coisas não estão boas, pior ficam quando as teses da extrema-esquerda e de seus especialistas e ativistas são colocadas em pauta. Fica toda a sociedade de joelhos. No caso do Espírito Santo, tudo ia bem até parte da PM iniciar um movimento ilegal de greve. Prova que a polícia é necessária para manter a ordem, já que criminosos não se intimidam com ruas iluminadas, e nem mudam de ideia quando são submetidos a aulas de capoeira ou reciclagem com garrafas PET. Também não adianta oferecer flores para quem nos quer mortos. A guerra ao crime é que garante a ordem pública e a segurança dos bons cidadãos. Quem diz o contrário quer apenas ver o sangue correndo nas ruas.

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