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Lembra do presidente colombiano que quis dar anistia para as Farc? Está enrolado no Petrolão



Ontem veio à tona uma informação muito interessante sobre o presidente colombiano Juan Manuel Santos: está enrolado com o maior esquema de corrupção da história, o Petrolão. Segundo a justiça, recebeu dinheiro da Odebrecht para sua campanha em 2014. 

A investigação do caso Odebrecht e suas ramificações parece não ter fim na América Latina. Na Colômbia dá a impressão de que está apenas começando. Na terça-feira, o Ministério Público afirmou que parte do dinheiro recebido como suborno por um ex-senador preso no começo do ano teria terminado na campanha presidencial de Juan Manuel Santos em 2014.No dia 14 de janeiro foi preso ex-congressista do Partido Liberal Otto Bula. Segundo disse a promotoria-adjunta, María Paulina Riveros, Bula foi contratado pela empresa brasileira em agosto de 2013 para garantir que a Odebrecht conseguisse um trecho de uma estrada, a Ruta del Sol, na Colômbia. De acordo com a investigação realizada pelo Ministério Público, Bula recebeu uma comissão de 4,6 milhões de dólares (cerca de 14,36 milhões de reais. “Foi estabelecido que desse montante, o senhor Otto Bula fez duas transferências para a Colômbia durante o ano de 2014, num total de um milhão de dólares, cujo beneficiário final teria sido a direção da campanha ‘Santos Presidente-2014’”, disse o Ministério Público num comunicado na terça-feira. De acordo com o órgão de acusação, desse milhão de dólares “teria sido deduzida uma comissão de 10% a terceiros já identificados pelo Ministério Público”.
Do El País
Alguns detalhes sobre o senhor Juan Manuel Santos: 

É um liberal, o que na Colômbia significa esquerdista. Está coligado com alguns centristas e direitistas, mas a tônica do seu governo tem bases sólidas na chamada "terceira-via".

Foi autor do absurdo referendo que estabelecia uma anistia ampla, geral e irrestrita aos guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. Para quem chegou ontem, este é o grupo que aterroriza os colombianos há mais de quatro décadas. Agora que estão debilitados, resolveram pedir a paz. Este grupo de extrema-esquerda é responsável por sequestros, estupros, assassinatos e pelo esquema de tráfico de drogas (em especial, cocaína), com conhecidas conexões com o governo cubano. 

Por este absurdo que afrontava o povo com colombiano, Santos foi abraçado pela esquerda internacional. Chegou até a ganhar o prêmio Nobel da Paz no ano passado. Supostos analistas cravaram a vitória do presidente entreguista, o que não se confirmou nas urnas. Derrotado, Juan tirou da gaveta uma proposta de anistia menos ampla para os extremistas das Farcs. Enquanto isso, os analistas derrotados mundo afora disseram que "o ódio venceu" (eles também disseram o mesmo das vitórias de Trump, do Brexit e das eleições municipais brasileiras). 

Agora que ele está enrolado no Petrolão e com o Ministério Público em seu cangote, o que farão seus promotores? Como ética para essa gente é apenas um valor secundário, fingirão que nada aconteceu. Seguirão suas vidas fabricando outros ídolos dos pés de barro, como Justin Trudeau, Pepe Mujica, Barack Obama, Fernando Haddad e Angela Merkel. Para nós brasileiros, fica ainda a impressão de que fomos feitos de otários. Afinal de contas, a Odebrecht cresceu tanto graças ao lobby feito pelo governo brasileiro, e pelos recursos públicos dispensados de maneira tão generosa pela organização criminosa liderada pelo infame Luis Inácio. Sobrou dinheiro até para o cretino do Juan Manuel Santos.
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