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Jornalista da Folha fica escandalizado por autor de ataque no Louvre ter sido baleado



Após o atentado na França, a Folha de São Paulo publicou a seguinte matéria. Reparem na manchete bizarra:


Como é possível tamanho malabarismo? Como um jornal se arrasta na lama a ponto de colocar a ação do militar como o fato que desencadeou a violência, sendo que o antagonista da história é justamente o homem com a faca? Aliás, era um radical islâmico, conforme sugerem os relatos de que teria gritado "Allahu Akbar" (invariavelmente é o que os radicais gritam). Detalhe: o jornalista ressalta o fato de que o homem armado com faca não tinha explosivos. Como se fosse necessário estar de posse de explosivos para ameaçar a integridade física dos diversos visitantes do espaço. Como se fosse necessário portar explosivos para que a segurança agisse daquela forma. O jornalista deixa subentendido que a integridade física do agressor é mais importante do que a das centenas de vítimas em potencial. Diego Bercito só não sugeriu qual seria o melhor meio de parar o terrorista armado com faca que, vamos lembrar, atacou soldados no Louvre. 

O ex-jornal Folha de São Paulo não passa de um coletivo de sociopatas de redação.


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