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Folha vai novamente ao esgoto em tentativa de acusar Alexandre de Moraes de plágio




A Folha de São Paulo sempre inova quando o quesito é a sujeira. Desta vez, o jornal tentou acusar o ministro Alexandre de Moraes de plágio por ter citado trechos de um jurista espanhol em seu livro "Direitos Humanos Fundamentais". Reproduzo abaixo trecho da matéria da Folha (sob o risco de ser também acusado de plágio pelo folheto golpista do Otavinho Frias Filho). 

Um livro de direito publicado pelo ministro licenciado da Justiça, Alexandre de Moraes, contém trechos idênticos aos de uma obra do jurista espanhol Francisco Rubio Llorente (1930-2016) que compila decisões do Tribunal Constitucional daquele país.
Moraes acaba de ser indicado pelo presidente Michel Temer para uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal), na vaga do ministro Teori Zavascki, morto num desastre aéreo em janeiro.
Publicado originalmente em 1997 e já em sua 11ª edição, "Direitos Humanos Fundamentais" reproduz, sem o devido crédito e sem informar de que se trata de uma citação, passagens de "Derechos Fundamentales y Principios Constitucionales", de Rubio Llorente, publicado em 1995 pela editora espanhola Ariel.
A obra espanhola é listada, entre dezenas de outras, na bibliografia do livro de Moraes.
Por meio de sua assessoria, o ministro disse que "todas as citações do livro constam da bibliografia anexa à publicação" (leia abaixo).
Os trechos reproduzidos por Moraes estão em passagens que tratam da dignidade humana e do princípio da igualdade.

Após relatar alguns depoimentos de especialistas sobre plágio e etc, a Folha fala sobre as regras da ABNT sobre o plágio. Mais adiante, a matéria traz o trecho de uma nota do ministro. Ele se defende dizendo que as citações constam na bibliografia do livro. 

Quem já produziu qualquer trabalho acadêmico sabe que é permitido reproduzir trechos de outros autores desde que sejam citações, com a devida autoria na bibliografia do trabalho. Os jornalistas da Folha também devem saber disso, tanto que em nenhum momento conferiram a bibliografia do livro para atestar se o ministro menciona ou não o autor. Para ver quem estava mentindo, fiz uma pesquisa rápida na internet e encontrei uma edição do livro em PDF no docslide. Adivinhem? Alexandre de Moraes cita Francisco Rubio de Llorente como uma de suas fontes na página 314. Quem quiser pode acessar o link http://docslide.com.br/documents/direitos-humanos-fundamentais-alexandre-de-moraespdf.html




Em resumo, a Folha golpista de São Paulo tenta queimar o ministro atribuindo um crime grave, que é o plágio. Isso não coloca em dúvida apenas o trabalho acadêmico de Moraes, como também coloca em xeque sua integridade. Gostem ou não do Kojak, isso não se faz. É golpe. O mesmo que a Folha faz com Alexandre de Moraes é feito com qualquer um que se coloca contra a agenda criminosa da esquerda, agenda criminosa que parece fazer parte dos interesses desde grupo jornalístico que mais parece facção criminosa. Não é exagero: depois de tantos estelionatos, é assim que a Folha deve ser tratada. Quando o Facebook inaugurar a agência de checagem aqui no Brasil, nós usuários teremos a obrigação de exigir que classifiquem a Folha como produtora de "fake news".
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