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Folha quis atingir Doria, mas só conseguiu mesmo mostrar como seu jornalismo é porco




Todos viram a Folha de São Paulo tentando atacar João Doria da forma mais tosca possível, chamando atenção para a falta do cinto de segurança em um vídeo gravado às 5h04 da manhã. A folha ainda tenta relacionar o fato ao caso do senador Aécio Neves, que em 2011 se recusou a passar pelo teste do bafômetro em uma blitz da Lei Seca. Mas o tiro saiu pela culatra, e o jornal virou chacota nas redes, como lembra o Implicante.Org.

O caso ilustra o nível de oposição que estes militantes de redação fazem ao atual prefeito, com um grau de ódio que beira a loucura. Ninguém dirá que o prefeito tem o direito de andar sem o cinto de segurança, ou que não deve ser multado, mas o caso mostra como aqueles extremistas estão ensandecidos. A Folha demonstra ter disposição até para noticiar que Doria comeu uma fruta sem lavar ou que comeu sobremesa antes do almoço. 

Isso tem nome. É fascismo. É o extremo moralismo contra aqueles que são considerados inimigos, exigindo punições draconianas para os inimigos. Já para os amigos, estes podem até quebrar uma economia, que o jornal do Otavinho Frias Filho não irá tratar do assunto. Quem não lembra do episódio, fique com o áudio de Renan Calheiros afirmando para Sérgio Machado que Dilma contava com o apoio de "Otavinho" para driblar o impeachment. É bom lembrar: o jornal foi o primeiro a noticiar os grampos do Sérgio Machado, mas adulterou a transcrição inicial afirmando que os trechos citando Lula e o Otavinho estavam inaudíveis. 



A Folha já rasteja na lama há muito tempo, mas agora deixou de ser vilã para ser apenas uma contínua fonte de chorume. Escolheram deixar o jornalismo para servir de chacota para a sociedade brasileira.

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