Ads Top

Em 1993, O Demolidor já havia antecipado o inferno do Fascismo Cultural (ou progressismo, como a extrema-esquerda chama)



Quem trafega pelas águas turvas da internet já deve ter se reparado com todo tipo de bobagem que os pós-modernos produzem a respeito do homem e da masculinidade. Desde a sugestão de que "o ar-condicionado em escritórios é machista" até mesmo a sandice de um teste envolvendo um vestido provocante para verificar o grau de machismo dos namorados e maridos. De páginas como Huffington Post, El País, UOL, BuzzFeed e veículos da grande mídia como Globo, CNN, Guardian, Deutsche Welle e similares brotam imposições cada vez mais bizarras e absurdas sobre como o homem contemporâneo deve agir para deixar de ser "machista", "primitivo" e "opressor". Alguém certamente já topou com algum artigo que fale sobre a importância do homem não precisar de esportes ou de competição para sua afirmação social, ou sobre como é importante par ao homem falar de seus sentimentos e etc. Tudo, absolutamente tudo, é calculado para "reformar o homem". 

Em tempos onde os direitos femininos fundamentais estão garantidos por lei em todas as democracias ocidentais, a preocupação deveria ser com aquelas sociedades onde as mulheres não podem dirigir, se divorciar ou saírem de suas casas sem a companhia de um homem. Justamente onde gays são apedrejados e o governo se garante pela força bruta como uma versão moderna do paleolítico. O detalhe é que aqui não se trata mais de defender as mulheres, mas sim de impor o totalitarismo do século XXI, que conhecemos pelo eufemismo de "progressismo".

Essas conclusões são expressas de maneira brilhante neste vídeo produzido pelo youtuber Darwinian Thought e traduzido por Israel Pestana, do canal Tradutores de Direita (que é e sempre será mencionado aqui com frequência, já que é um dos melhores canais da Direita brasileira. Sigam no Youtube e atestem por si mesmos). Este vídeo traz algumas cenas do filme O Demolidor, de 1993. Para nossa surpresa, nossa sociedade contemporânea não é muito diferente da distopia protagonizada por Sylvester Stallone. 


Sim, os elementos centrais do totalitarismo de San Angeles são os mesmos das sociedades imaginadas por George Orwell e Aldous Huxley em 1984 e Admirável Mundo Novo. Mas notem a sutileza das armadilhas totalitárias: eu que li estes livros na adolescência, sempre esperei que essas ameaças viessem das mãos de grupos políticos homogêneos esteticamente, com símbolos ideológicos e pensamentos hegelianos sobre o destino grandioso que a humanidade teria se abraçasse suas causas, algo como o nazismo e o comunismo. O que não pensei há época, foi em uma lição cristã elementar: o diabo pode assumir muitas formas. Para que insistir nestes métodos se o mais fácil é pregar o bem e a igualdade e solidariedade entre os homens, tal qual fazem nossos "progressistas"? 

Observem que no mundo atual, tudo se faz para minar a masculinidade, para "quebrar tabus" e caminhas para um novo mundo? Mas este mundo plural é cheio de debates onde os dois lados pensam igual, onde tradições são despedaçadas e criminalizadas, e onde a pluralidade existe só entre as diversas faces da mesma moeda. Remorando episódios protagonizados por progressistas como o ataque ao editor do Breitbart Milo Yannopoulos ou as falas da militante do PSOL Isa Penna sobre seu sonho de sociedade (uma sociedade onde movimentos como o MBL não existiriam), nos recordamos também dessas distopias. Aí é que está a chave. 

Essa mudança no comportamento do homem é feita sob medida para a implantação do totalitarismo do século XXI. Sim, é verdade que muito do que diz respeito ao homem é fundamentado em costumes secundários e tabus. Mas são estes tabus que nos trouxeram ao século XXI em segurança, que nos permitiram avançar na tecnologia, na democracia e na própria civilização. Se fossemos os homens castrados que estes sujeitos pretendem, é provável que a espécie já houvesse sido extinta há séculos. Foram nossas bases sociais que nos trouxeram até aqui, e que representam o pilar desta sociedade. Eis a razão para os progressistas tentarem golpeá-las.

O que pretendem já foi dito no vídeo: enfraquecer o homem, torná-lo fraco e dependente de uma retórica falsa. Quando somos atacados por criminosos, eles recomendam que "não devemos reagir, que se possível devemos entender que o outro está com medo". As vezes pregam absurdos como tocar Imagine em meio ao caos, ou recomendam que nossas mulheres usem roupas mais compridas para não serem atacadas por estupradores estrangeiros. Dizem até que o porte de arma nos iguala aos bárbaros que nos ameaçam, e isso tem um propósito: nos querem como vítimas. Burrice? Não, pelo contrário. Eles sabem que só uma sociedade completamente desestruturada cederá aos fascistas que pedem mais amor. Esses conservadores que se limitam a dar risada dos pós-modernos deveriam ter mais cuidado: os Stalins e Mussolinis de hoje estão a solta pregando platitudes na imprensa, nos parlamentos e nas academias. E são muito mais nefastos do que seus predecessores.

[left-sidebar]
Tecnologia do Blogger.