Ads Top

Dilma e FHC se rastejam no esgoto ao defender absolvição de Jean Wyllys por cusparada em Bolsonaro



Dilma Rousseff e Fernando Henrique Cardoso se manifestaram contra a possível cassação do mandato do deputado federal Jean Wyllys, que responde a processo no Conselho de Ética na Câmara dos Deputados por quebra de decoro, já que atacou o colega Jair Bolsonaro com uma cusparada durante a votação do impeachment na Câmara. FHC emitiu uma nota, enquanto Dilma gravou um vídeo. 



O que dizer da postura desses senhores? Bom, de Dilma se espera exatamente este tipo de coisa. A defensora de ditaduras já demonstrou que seu parâmetro é sempre a lama. FHC, por outro lado, tinha a seu favor a estabilidade conquistada em seu governo. E só, já que a postura covarde de socialista fabiano sempre se fez presente. Agora sim, ele se iguala a Dilma na miséria moral. 



Não é exagero. O que estes dois ex-presidentes defendem é que o respeito, a ética e a moral são seletivos, e que os defendem o contraditório merecem o desrespeito e afronta. Isso abre precedente para que sofram agressões piores, como agressões e até a morte. Em seu blog, Luciano Ayan desmascara esta tentativa de legitimar a agressão contra dissidentes ao abordar o ataque de extremistas de esquerda na Universidade da Califórnia em Berkeley para impedir a palestra do editor do Breitbart Milo Yannopoulos. 

Em ritmo de propaganda nazista, vimos os terroristas de extrema-esquerda agindo coordenadamente para vandalizar o local e agredir os convidados, mas, mesmo assim, Milo está sendo chamado de “radical” e “extremista”.
Alberto Bandura já explicou esse procedimento, chamado de desengajamento moral. É o uso de narrativas que envolvem transferência de responsabilidade e culpabilização da vítima, além do uso de rotulagens desonestas, para justificar e incentivar a violência contra adversários.
Assim, a mídia espera aumentar o grau de violência contra a direita, esperando que com isso ela se cale. Provavelmente isso não terá sucesso, e deve causar efeito reverso para a mídia, que agora fica conhecida como aquela que deliberadamente promove a violência contra a direita.

O que está sendo tratado de forma objetiva pelo Conselho de Ética é a agressão sofrida por Bolsonaro, que não se justifica em nenhum dos códigos legais. É uma agressão cujo primeiro registro tem como autor o cantor e compositor comunista Chico Buarque, que atacou Millôr Fernandes com uma cusparada porque o escritor não concordava com a defesa do totalitarismo feita por Chico. A título de comparação, quando o jogador Neto cuspiu na cara do árbitro José Aparecido, a condenação foi unanime. Anos depois, Neto ainda é rejeitado dentro do futebol por conta daquele episódio. Não poderia ser diferente, já que a prática não é aceita nem na várzea. Não parece um absurdo rejeitar a cusparada no futebol e aceitar passivamente a prática no Congresso Nacional?

 Se Dilma e FHC estão rastejando no esgoto para defender o ataque ao deputado Jair Bolsonaro, é porque acreditam que a agressão é a resposta para quem não é de esquerda. Neste aspecto, não há nenhuma diferença conceitual entre a extrema-esquerda e o Islã, que prega a máxima do "Crê ou Morre".
[left-sidebar]
Tecnologia do Blogger.