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Bruno pensa de acordo com a lógica da extrema-esquerda no que diz respeito a aplicação de penas duras contra criminosos



O goleiro Bruno concedeu a primeira entrevista após ser sair do presídio, onde cumpria pena de trinta anos. Já foi logo dizendo:

“Independente (sic) do tempo que eu fiquei também, eu queria deixar bem claro: se eu ficasse lá, tivesse prisão perpétua, por exemplo, no Brasil... não ia trazer a vítima (Eliza Samúdio) de volta"

Vamos lembrar aqui: Bruno e sua entourage criminosa sequestraram Eliza e seu filho. Torturaram e mataram a moça, que teria sido esquartejada na sequência. Como o corpo jamais foi encontrado, a família nunca teve sequer um cadáver para enterrar. Mas Bruno, beneficiado por uma decisão bizarra do Ministro Marco Aurélio (que está amparada na bizarra legislação brasileira), vem a público clamar por compreensão contra “a sanha punitivista”.

Não, Bruno não falou em punitivismo (procurem artigos a respeito, há uma infinidade deles). Quem fala em punitivismo para atacar a esmagadora maioria da sociedade que clama por Justiça são os arautos da barbárie, os extremistas de esquerda que pedem compreensão para criminosos e psicopatas como Bruno e seu bando. Desde gente como Maria do Rosário, Jean Wyllys, Wadih Damous, Jandira Feghali e Randolfe Rodrigues até supostos juristas como Roberto Barroso, Luíz Carlos Valois e Siro Darlan. Todos defendem os mesmos conceitos podres que o goleiro assassino, com a diferença de que Bruno age por sua própria conta, e não em nome de uma agenda de poder.

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