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Ataque de vereadora petista a Holiday mostra que fascismo da extrema-esquerda é caso de intervenção psiquiátrica



Poucas vezes se viu algo tão grotesco quanto o ataque da vereadora petista Juliana Cardoso contra o vereador Fernando Holiday, também coordenador do Movimento Brasil Livre. A petista acusou assessores de Holiday de invadirem uma reunião com o senador Lindbergh Farias, além de ter denunciado uma suposta agressão. Segundo reportagem do G1/SP, a Polícia Militar já apurou que duas pessoas entraram em uma reunião privada do PT na Câmara, mas que não houve qualquer tipo de agressão. Significa que a petista honrou a tradição de seu partido em mentir. 



É bom lembrar que essa pantomima se repete em todos os parlamentos estaduais, municipais e nas duas casas do Congresso Nacional sempre que há alguma votação em curso cuja pauta contraria a vontade do partido do plano criminoso de poder. No caso de hoje, a pauta era o endurecimento das punições contra pixadores - que contraria o PT de Juliana. É por isso que o surto psicótico de Juliana Cardoso parece uma reedição pobre dos barracos protagonizados por Gleisi Hoffmann, Fátima Bezerra, Lindbergh Farias e Vanessa Grazziotin. 

Destaco o fato da bancada petista ter acusado os membros do MBL de serem fascistas, quando foi a vereadora deles que tentou agredir um colega em plenário. Isso é caso de cassação de mandato. O fascismo da extrema-esquerda é caso não só de luta democrática, mas também de intervenção psiquiátrica. Cuidemos para que tipos hidrófobos como a vereadora Juliana fiquem longe de nossas crianças, já que são todos agressores em potencial.


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