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Ao atacar o Escola Sem Partido, a procuradora extremista Deborah Duprat defende algo semelhante ao Lebensborn nazista


Não quero me estender muito sobre o assunto, mas também fiquei assustado com a fala de Deborah Duprat, procuradora do Ministério Público Federal envolvida no debate do Escola Sem Partido. Deborah atua contra o projeto. Das várias declarações e pareceres já feitos, as falas dela no embate com Miguel Nagib foram os mais macabros já proferidos ao longo desta discussão. Vejam no vídeo.


Com sua fala mansa, Deborah simula a defesa da democracia, da liberdade e da pluralidade. Também simula defender a Constituição Brasileira e os Direitos Humanos. No entanto, observem a essência. Tudo o que a procuradora defende é o primado do totalitarismo, da coerção e da submissão do indivíduo ao Estado. Não vou afirmar que ela seja ignorante, apenas lembro que é a Constituição que nos garante esses direitos. Deborah é procuradora dos Direitos do Cidadão, conhece as leis brasileiras. Por isso não é exagero em constatar que ela está rasgando os nossos direitos em nome de uma ideologia genocida. 

Lembro que a mesma senhora já havia emitido um parecer atestando a inconstitucionalidade do projeto Escola Sem Partido, usurpando uma competência do Legislativo, como lembrou o advogado Miguel Nagib. Além de montar factóides, Deborah também é golpista, atuando contra a legislação dos poderes em nome de suas causas. Ela usa as atribuições do cargo para fazer o oposto do que deveria: ao invés defender direitos, ela quer trucida-los. 

Essa ideia de que as crianças pertencem ao Estado ou mesmo de que a escola deve erradicar certas crenças ideológicas e religiosas já foi experimentada a partir de 1935 na Alemanha com o nome de Lebensborn. Ali, a criança pertencia ao Estado. Absolutamente todos os aspectos de sua educação e criação tinham o objetivo de higienizar a sociedade tornar viáveis os ideais de "progresso" defendidos pelo Fuhrer. Breves pesquisas sobre o Lebensborn podem até confundir o leitor, mostrando que as semelhanças com os conceitos de escola defendidos por Deborah Duprat são gritantes. 

Aqui faço uma observação: evito sempre que posso o uso do reductio ad hitlerum, ou mesmo a tentação de cair no dilema de Godwin, que é o uso de analogias com o nazismo (na maioria das vezes afirmando que x é pior que o nazismo). Mas em termos de agenda, não estabelecer a semelhança entre a extrema-esquerda e o nacional-socialismo é simplesmente impossível. Isso porque ambos bebem na mesma água podre do totalitarismo. 

P.S1: Miguel Nagib foi muito bem ao destacar que a proposta de erradicação de conceitos religiosos defendida pela procuradora extremista ferem o Estado Laico. Foi bom pontuar a diferença entre Estado Laico (que protege as religiões em sua pluralidade) e o Estado Ateu e Totalitário defendido por Deborah Duprat. Nagib teria sido melhor ainda se identificasse os opositores do projeto como agentes da extrema-esquerda, e não meros militantes com divergências pontuais. 

P.S2: Deborah Duprat é a queridinha da extrema-esquerda, já apareceu em entrevistas em veículos radicais como GGN e Mídia Ninja, sempre defendendo o radicalismo. Só esta tentativa golpista de usurpar uma competência do Legislativo já seria motivo para um processo administrativo. 

P.S3: Fica a lição aos que imputam ao Ministério Público a mesma moral devida aos membros da força-tarefa da Operação Lava Jato. Aquilo é um dos maiores covis de militantes radicais deste país, conferir ainda mais poderes aos procuradores é tão prudente quanto dormir com escorpiões na cueca. 

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