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A violência contra Milo Yiannopoulos é a mostra definitiva de quem são os verdadeiros fascistas



Pessoas vestidas de preto promovem caos e destruição. Gritos, palavras de ordem, barricadas, janelas quebradas, pedras arremessadas contra policiais, guardas e transeuntes. Discurso de ódio, agressões, vandalismo. Caos. Símbolos do totalitarismo ostentados por jovens, correria e tumulto. Não são simpatizantes do Duce Benito Mussolini, que já foi derrubado e derrotado há quase setenta e dois anos. Também não são seguidores de Oswald Mosley, o fascista que tentou institucionalizar o ódio na Inglaterra naquele mesmo período. Também não é nenhuma das milicias alemãs que apoiavam Adolf Hitler. Este violento protesto acontece na prestigiada Universidade de Berkeley, no próspero estado da Califórnia. O ódio tem um objetivo imediato, que é coagir o comentarista conservador Milo Yannopoulos. E um objetivo maior, que é derrubar o governo democraticamente eleito de Donald Trump e transformar os Estados Unidos em uma ditadura.

Aqui no Brasil isso não é novidade. Uma das vezes em que se viu essa demonstração de ódio foi quando o príncipe imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança foi convidado para um ciclo de palestras na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Franca. Houve tumulto, gritaria e violência. Os fascistas até chamaram Dom Bertrand de "fascista", e o fizeram exatamente no momento em que tentavam impedir um cidadão brasileiro de participar de um evento previamente combinado por discordarem de suas ideias. Pior é a forma: decidiram impedir um senhor de setenta anos de falar na base da porrada. O mesmo foi feito com o deputado federal Jair Bolsonaro na Universidade Federal Fluminense. Foi chamado de assassino, e teve de sair da instituição de ensino escoltado pela PM.

Voltando aos Estados Unidos, já não é de hoje que as instituições se tornaram canis onde a extrema-esquerda treina seus sabujos para o combate físico. É ali que nascem os integrantes das brigadas de black blocs, que quando estiverem mais velhos e cansados para o radicalismo criminoso nas ruas, ministração aulas de ódio e truculência por meio da doutrinação para novos alunos. Como zumbis, passam sua saliva tóxica para a próxima geração afim de garantir que o exército permaneça vivo. Aqui no Brasil temos um exemplo muito bem acabado, chamado Marilena Chauí. Alguns pensam que o auge dessa triste senhora foi quando declarou seu ódio à classe média, mas a glória do chorume foi quando ela confessou seus desejos assassinos contra os que protestavam pelo impeachment. Chauí disse que tinha vontade de cravar um punhal na garganta dos manifestantes que vestiam verde-amarelo.

O que se viu em Berkeley é o retrato da metastase totalitária, do mais completo ódio à civilidade e aos Direitos Humanos. Como se impedir o direito de ir e vir não fosse o suficiente, eles ainda tentam agredir e depredar uma instituição porque alguém ousou promover a pluralidade no ambiente acadêmico.

Nestes momentos, alguns até dirão condenar a violência, mas que isso é compreensível. Outros já dirão que o absurdo é que uma universidade convide figuras com este pensamento para falar no ambiente acadêmico. No entanto, o comentário mais comum por parte da extrema-esquerda é que personagens como Milo Yannopoulos é de que eles "despertam o ódio". Leiam os comentários da tigrada nos portais BuzzFeed, The Huffington Post, CNN e afins. 

Que fique claro, isso é uma mentira da extrema-esquerda, uma pantomima sórdida para justificar sua perseguição venal ao livre arbítrio e aos Direitos Humanos. Sabe-se o quanto eles desprezam a liberdade, fato que os move até ao culto pornográfico de figuras como Fidel Castro, Che Guevara, Stalin, Lênin e qualquer um que pregue a morte como política de Estado. Perguntem aos manifestantes de Berkeley que protestavam contra um conservador apoiador de Trump o que eles fizeram nos dias que se seguiram ao 25 de Novembro de 2016. Aposto que todos se consternaram diante da morte de Fidel, chamando seu legado de sangue de luta revolucionária. Perguntem aos que expulsaram Dom Bertrand da UNESP de Franca, ou aos que ameaçaram a integridade física de Bolsonaro na UFF. São fascinóras, zumbis ideológicos, bestas que apenas assumem a forma humana, mas que só pensam em despedaçar opositores para beber seu sangue no altar da ignorância. Dia desses o amigo Fernando Gouveia (do Implicante) definiu esses abutres da melhor maneira possível: Esquerdismo não passa de Fascismo com boa Relações Públicas.

Nós que defendemos a liberdade, em momento algum temos que olhar para essas coisas como se fossem aceitáveis sob qualquer aspecto que seja. Temos que ser implacáveis com esses criminosos e com quem é cúmplice de seus atentados. Da mesma forma, temos que ser inteligentes: nada de desqualificar essas ações como sinônimos de simples demonstração de "burrice e desconhecimento". Tampouco é recomendável que usemos isso como prova de que eles são autoritários sem tomar uma ação maior. Sim, isso prova que eles são os verdadeiros fascistas. É justamente por isso que temos que responder com processos judiciais, com ampla mobilização de militantes, com a exposição máxima dos coordenadores e financiadores da barbárie. 

Se possível, cada ato deve ser respondido com resistência. Milo provocou aquele tumulto na universidade por tentar palestrar. Que os organizadores o convidem para outra palestra, que deve ocorrer após Milo e os organizadores terem processado e exposto os criminosos de todas as formas possíveis. Não temos que nos intimidar. Os justiceiros sociais da extrema-esquerda podem ser piores que Hitler, Mussolini e a Ku Klux Klan na dissimulação, mas não são piores em substância. A menos que os deixemos seguir sem maiores punições. O que "empodera" os fascistas é a omissão, a fraqueza e a confusão mental. Estes psicopatas não passam de garotos de classe média criados a leite com pêra. Fortes em bando, não resistem a um grito se estão sozinhos na rua. Falta a nós a vergonha na cara de defendermos nosso bem mais precioso, que é a liberdade.

*P.S: No Twitter, Donald Trump se manifestou sobre a selvageria da extrema-esquerda em Berkeley. Ameaçou até retaliar com corte de fundos federais para a Universidade caso a liberdade de discurso não seja respeitada. É assim que se faz. 

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