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Se houvesse justiça, o criminoso condecorado não estaria circulando por aí



Guilherme Boulos foi preso e solto no mesmo dia. O criminoso condecorado pela Câmara dos Deputados é um parasita dos pobres, um cafetão da extrema pobreza que já deveria estar preso há muito tempo. O homem é uma fraude: o homem que comanda levantes, queimas de imóveis e ataques a polícia diz lutar por moradia popular, enquanto loteia programas sociais para quem age como seu soldado. Boulos, que diz que luta pelos pobres, é filho do infectologista Marco Boulos. Deve conhecer a pobreza apenas por cartão postal. Para ele, só o que interessa é a agenda criminosa da qual é sicário. Justamente a mesma agenda criminosa do Partido dos Trabalhadores. 

Contra ele pesam acusações graves, suspeitas sérias de envolvimento com narcotráfico e provas irrefutáveis de práticas análogas ao terrorismo. Já passou da hora da Justiça tomar alguma providência contra este homem que ameaça a ordem pública. Os episódios da invasão do gabinete da Presidência da República em São Paulo, o incêndio daquele veículo em uma casa vizinha à residência do presidente Michel Temer em São Paulo após o lançamento de um coquetel molotov e o ataque ao prédio da Fiesp deixam evidente a ameaça que este homem representa.

Agora é tempo da extrema-esquerda investir na narrativa de "criminalização dos movimentos sociais", de se falar em "mais uma fase do golpe". O estelionato retórico não poderia se dar de outro modo. Afinal de contas, estes movimentos de extrema-esquerda são naturalmente criminosos. Se a Justiça deixar de lado a apatia e combater o crime, a extrema-esquerda será atingida por tabela. 

O que causa espanto é a inação do Ministério Público neste caso. Enquanto se beneficiam da credibilidade dos procuradores da Operação Lava Jato, os membros do MP continuam sendo os mesmos, sempre fazendo vistas grossas aos crimes praticados pela extrema-esquerda. 

Nota: quando fui procurar por notícias sobre a soltura do criminoso condecorado, vi este link do G1 ilustrado com um mosquito da dengue. Nada melhor para ilustrar Boulos, que nunca deixou de ser um parasita.

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